Rui Prado quer representar o agro na Câmara e defende redução da máquina pública

Tucano levanta bandeira do Estado mínimo e reforma da previdência

(Foto: Assessoria)

O produtor rural Rui Prado (PSDB) quer entrar na disputa por uma cadeira na Câmara Federal como representante do agronegócio. Ex-presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), ele concorreu ao Senado pelo PSD nas eleições de 2014 e ficou em terceiro lugar, com 137 mil votos.

“O nome que está posto que mais trabalhou na representação de classe e é produtor rural é o meu”, disse, citando o Sindicato Rural de Campo Novo do Parecis, a Associação dos Produtores de Soja e Milho (Aprosoja) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), além da Famato. “Sou médico veterinário por formação, sou produtor rural de grãos, fibra, agropecuária, cria, recria e engorda, faço integração agricultura pecuária, desenvolvo cinco culturas na segunda safra”, listou.

Favorável à Lei Kandir, o pré-candidato criticou a baixa compensação do Auxílio Financeiro de Fomento às Exportações (FEX), que compensa o Estado em cerca de R$ 500 milhões por ano, o que equivale a cerca de 10% da desoneração promovida.

“A Lei Kandir trouxe desenvolvimento para nosso Estado e país, porém, o fundo não está sendo repassado. Mato Grosso não pode mais se conformar em ficar com migalhas e não se apropriar de um fundo que é direito do Estado de Mato Grosso. O problema não é a Lei Kandir, é o não repasse do fundo”, disse.

Redução da máquina

O pré-candidato tem como principal bandeira a redução do tamanho da máquina pública defendeu o projeto do deputado federal Nilson Leitão (PSDB), que reduz o número de senadores e deputados federais e prevê enxugamento em todas as esferas do poder público.

“Temos que ter mais foco nesse projeto. Tudo isso precisa acontecer no início de 2019. Já deveria estar acontecendo. Ter uma nova legislatura e um novo governo é o caminho para as coisas acontecerem rapidamente. E aí sim sobrar recursos. E os recursos que sobrarem têm que ser investidos primordialmente na saúde”, defendeu.

Prado defende uma redução do tamanho do Estado que passe também pela reforma da previdência. “Não é possível nós da iniciativa privada termos uma aposentadoria média com menos de R$ 2 mil e haver aposentados no sistema Judiciário e militares que ganham de mais de R$ 20 mil. A máquina pública tem que caber dentro do Brasil. O país hoje tem a máquina muito pesada”, disse.

“Infraestrutura e industrialização do nosso Estado também são primordiais. Isso aumenta geração de emprego e renda para o cidadão, para desenvolvermos o potencial que Mato Grosso tem”, disse.

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