Riva é condenado a quase 20 anos de prisão, mas vai recorrer em liberdade

A condenação está relacionada a nove ações da operação Arca de Noé

O ex-presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) José Riva (sem partido) foi condenado a 17 anos e 9 meses prisão em regime fechado. A condenação, ocorrida nesta terça-feira (18), é a soma de nove ações decorrentes da operação Arca de Noé.

O juiz da Sétima Vara Criminal de Cuiabá, Marcos Faleiros, destacou que a decisão em conjunto se seu pelo fato de Riva ter utilizado os mesmos modos operantes. Apesar da condenação inicialmente ser em regime fechado, o ex-parlamentar vai poder recorrer da decisão em liberdade.

A defesa de Riva chegou a protocolar, em março deste ano, petição requerendo extensão dos autos de Exceção de Suspeição em desfavor da antiga magistrada da 7ª Vara Criminal de Cuiabá Selma Arruda.

Na sentença de condenação, o atual juiz da 7ª Vara Criminal de Cuiabá ratificou todos os atos praticados pela magistrada que atualmente está aposentada. “Ao analisar os autos em cognição exauriente, em nenhum momento detectei qualquer irregularidade na sua atuação”, observou

A operação Arca de Noé foi desencadeada pela Polícia Federal em conjunto com os Ministérios Públicos Federal e Estadual. Foram investigados desvios de dinheiro público da Assembleia Legislativa entre os anos de 1999 e 2002.

À época José Riva ocupou os cargos de presidente e primeiro secretário da ALMT e os desvios ocorriam por meio de emissão de cheques a empresas “fantasmas”.

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