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Revelação do lambadão: menino viraliza ao tocar no quintal com bateria improvisada

Foto de Lidiane Barros
Lidiane Barros

A página Poconé Mil Grau, dedicada a divulgar os belos cenários e personagens especiais do município ribeirinho que fica a 104 km de Cuiabá, publicou um vídeo que já soma 10 mil visualizações, revelando o talento de um jovem baterista.

O registro chama a atenção para o potencial do garoto Lucas Benedito, 12 anos, que toca uma bateria construída com sucata, feita por ele mesmo. O menino, que desde os cinco anos ficava atento aos movimentos do baterista da igreja, esbanja talento. Ele aprendeu só de observar outros músicos.

E claro, o menino, que sonha em ter uma bateria profissional um dia, já virou celebridade. Ele diz que se esse sonho se realizasse, gostaria muito que fosse no aniversário de 13 anos, idade que completa em 15 de fevereiro. Os compartilhamentos feitos por amigos e entusiastas já funcionam como uma campanha para que ele realize esse sonho.

Banda Cruz Preta

No vídeo, a prima Jennifer Aparecida de Oliveira, começa apresentando a banda que batizaram de Cruz Preta, nome do bairro onde moram. Com sotaque poconeano acentuado, ela anuncia: “agora vamos mandar uma palestrinha, que é só para vocês saberem”.

É a deixa para Lucas dar um show na sua bateria improvisada, mandando ver, com uma batida frenética do lambadão. É então que a irmã de Jennifer, Stheffani Clara de Oliveira – outra integrante da banda-, canta trecho do hit “O nome dela é Jennifer”.

Jennifer, de 16 anos – que resolveu ajudar o primo – conta que o vídeo circulava entre parentes e amigos, mas bombou mesmo quando foi para a página Poconé Mil Grau. “O nosso objetivo é de realizar o sonho do Lucas. A gente quer muito que ele ganhe uma bateria”.

Lucas conta que está gostando bastante da repercussão. “Quando eu toquei pela primeira vez, com a permissão do baterista da igreja, lá quando eu tinha uns cinco anos, ele elogiou bastante, mas agora o povo tem falado muito mais”.

Segundo ele, a bateria montada no quintal foi feita quando ele tinha oito anos. Ele usou lata de tinta, galão de óleo, galão de água e uma engrenagem de bicicleta que serve de chimbal. “O prato é de bateria mesmo, ganhei na escola, mas é usado”.

Sobre os ritmos que mais gosta de tocar, o lambadão e o sertanejo figuram ao lado das músicas da igreja. “Mas eu também toco forró. O lambadão eu comecei a tocar porque as minhas primas gostam muito”. A brincadeira de imaginar que se apresentam em um palco, é a preferida desse trio.

Mas e se o garoto ganhar uma bateria? “Ela vai ficar no meu quarto. Daí eu uso essa só no quintal”, se diverte.

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27 de abril de 2026 05:38