Recuperação: setor de serviços cresce 105% em MT puxado pelas reformas

Pedreiros e eletricistas são os profissionais mais procurados pelos mato-grossenses, segundo app especializado

(Foto: Freepik)

Parado durante a pior fase da pandemia, o setor de serviços deu um salto em Mato Grosso no mês de novembro. Pelo menos é o que aponta uma pesquisa feita pelo GetNinjas – um aplicativo de contratação de profissionais.

Segundo dados da plataforma, a demanda por serviços em Mato Grosso teve aumento de 105% em novembro, em comparação com mesmo período de 2019.

E a alta é puxada pelo desejo dos mato-grossenses de reformar suas casas. A procura por pedreiros e eletricistas aumentou 120%. Essa é a categoria mais demandada do Estado.

Outras pesquisas reproduzidas pelo LIVRE já apontavam que a relação do brasileiro com o lar mudou na quarentena. Passando mais tempo em casa, o olhar para os ambientes domésticos se transformou. Para além do aconchego, a residência agora deve ter um espaço para o trabalho.

As adaptações aqueceram o mercado de materiais de construção.

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Uma pesquisa descobriu que as reformas em casa são os investimentos mais desejados pelos brasileiros após confinamento, perdendo apenas para viagens. O estudo da Hibou, que mede a intenção de compra nos setores, revela que 12,3% dos consumidores pretendem gastar mais com reformas.

E, se a previsão é positiva, as vendas no presente também seguem aquecidas. Segundo a Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco), mesmo na pandemia as lojas venderam mais que no mesmo período do ano passado.

Em nível nacional, o levantamento afirma que 42% dos empresários registraram crescimento nas vendas entre maio e julho. Entre as regiões, a Centro-Oeste teve a terceira maior alta, ficando atrás apenas do Norte e do Nordeste.

“O fato de as pessoas ficarem mais em casa ensejou a necessidade de fazer reformas e reparos. Identificamos no levantamento que o varejo de construção disparou na venda de cerâmicas, tintas e revestimentos. Isso nos dá a clareza de que o consumidor está comprando para realizar reformas e não apenas manutenções ” explica Waldir Abreu, superintendente da Anamaco.

(Com Assessoria)

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