R$ 60 milhões: Governo de MT incinera mais de 7 toneladas de drogas

Material foi apreendido em apenas 72 horas, graças às ações integradas das polícias estaduais e federal

(Foto: Mayke Toscano / Secom MT)

As ações integradas das forças de Segurança de Mato Grosso provocaram ao crime organizado um prejuízo avaliado em R$ 60 milhões. Esse valor equivale às 7,2 toneladas de entorpecentes incineradas na manhã desta terça-feira (5), em Cuiabá. Um número histórico alcançado nas ações de combate ao tráfico internacional.

O resultado faz parte atuação conjunta do Estado, Polícia Federal (PF) e Polícia Rodoviária Federal (PRF). As instituições estão constantemente trocando informações e o resultado disso foi a apreensão de mais de 7 toneladas de drogas em um intervalo de 72 horas, no mês passado.

Secretário de Estado de Segurança Pública, Alexandre Bustamante resumiu o resultado em  três palavras: tecnologia, inteligência e integração. “Não trabalhamos sozinhos. Todo mundo faz sua parte, tanto na hora da operação, quanto na hora de identificar os resultados”.

Que tipo de droga e de onde veio?

Foram incinerados dois mil quilos de cocaína, que podem custar até R$ 45 milhões.

Cerca de uma tonelada foi apreendida na região de fronteira com a Bolívia, em Cáceres (270 km de Cuiabá), em uma ação que envolveu a Polícia Federal e os agentes do Grupo Especial de Fronteira (Gefron).

Outra parte foi resultado de ações da Polícia Federal em Rondonópolis (220 km de Cuiabá).

(Foto: Mayke Toscano / Secom MT)

A queima também incluiu cinco toneladas de maconha avaliadas em R$ 15 milhões.

A droga foi apreendida por policiais da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) da Polícia Judiciária Civil, em Alto Taquari (480 km de Cuiabá). Uma quantidade histórica para apenas uma operação.

Reflexo nacional

Diretor geral da Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso, o delegado Mário Demerval lembra  que o trabalho realizado na faixa de fronteira do Estado traz resultados positivos para a segurança em contexto nacional.

“O entorpecente que entra aqui ingressa para o Sudeste e Nordeste do Brasil. Com as polícias cada vez mais estruturadas, trabalhando com inteligência, é possível desarticular as quadrilhas e trazer à sociedade a paz esperada”.

Para o superintendente da PF, Sérgio Sadao Mori a destruição da droga é a coroação de uma missão cumprida. “É um trabalho árduo, mas é um trabalho que traz resultados muito importantes para o país inteiro”.

(Com Assessoria)

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