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Provamos o KFC de Cuiabá: veja o que achamos!

Foto de Lucas Bellinello
Lucas Bellinello

Pensando no nosso leitor — e principalmente na fome do editor, que já estava passando do horário do almoço — O LIVRE lança, nesta sexta-feira (06), um quadro novo. Em “A boa pro fim de semana”, a proposta é simples: indicar programas acessíveis para curtir o fim de semana sem gastar muito.

Nesta semana, fomos ao KFC de Cuiabá, que estreou na última quarta-feira (04), para alegria dos amantes de frango frito que vivem na capital do agro.

O KFC é uma franquia mundialmente famosa que, há mais de uma década, possui lojas em diversos estados do Brasil. A proposta é trazer a pegada do fast food para a culinária do sul dos Estados Unidos, fortemente influenciada pela gastronomia francesa e africana.

O frango frito é a estrela dessa cozinha tão popular em regiões como Nova Orleans, Alabama e Mississippi. A história do KFC começa na década de 1930, quando Harland Sanders, conhecido como Coronel Sanders, passou a servir seu frango frito em um posto de gasolina em Corbin, no Kentucky, durante a Grande Depressão.

Tá, mas… vale a pena ir?

Sem conversinha: vale sim.

O restaurante acabou de chegar à cidade e, como o cuiabano adora novidade, existe a fila habitual — um pouco maior no começo. Em compensação, o preparo surpreendeu pela rapidez, o que é um ponto positivo, ainda mais considerando que a equipe tem poucos dias de operação e já parece bem organizada.

A comida é boa, principalmente se você levar em conta que se trata de um fast food. A ideia não é competir com restaurantes mais convencionais, mas sim com outras redes do mesmo segmento.

E quanto essa brincadeira vai custar?

O preço é bem próximo ao de outros fast foods. Em uma Coca-Cola com copo decorativo, um hambúrguer e um pequeno balde de frango, O LIVRE pagou algo em torno de R$ 70.

Mas saímos de barriguinha cheia.

Nem tudo são flores

Aqui entra o ponto mais delicado. Em outras unidades do Brasil e do mundo, o KFC tem o costume de servir pedaços variados de frango — asa, coxa, peito — em grandes baldes, bem ao estilo do sul dos EUA: nada saudável, mas extremamente saboroso.

Em Cuiabá, pelo menos por enquanto, o frango é servido apenas em filézinhos, sem outras opções. Eles são bons, a experiência é legal, mas o “ritual” clássico do KFC acaba ficando um pouco incompleto. Uma pena — e fica a expectativa de que isso seja ajustado em breve.

E o iFood?

Até a publicação desta matéria, o KFC já aparecia cadastrado no iFood, mas ainda sem funcionamento. O aplicativo exibe o aviso de “em breve”, o que deve ser resolvido nos próximos dias.

(Foto: Ednilson Aguiar/O Livre)

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