Profissão dog walker: recém formado está em busca de clientes

Um dog walker leva companheiros de quatro patas para se exercitar

Com fôlego de sobra e experiência própria, o recém-formado em Geografia Dennys Alves Freire, de 24 anos, está em busca de clientes que estejam angustiados pela falta de tempo em passear com os pets.

Ele aposta na visibilidade das redes sociais para divulgar o serviço de dog walker, oferecido por pessoas dispostas a levar os companheiros de quatro patas para se exercitar e espairecer. O passeador também pode ensinar, por exemplo, os bichinhos a “interagirem” pacificamente quando encontram outros no caminho.

O jovem, que veio do interior de São Paulo para estudar na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), apresentou o TCC na semana passada, mas ainda sem oportunidade de emprego, teve que se movimentar para garantir o pagamento das despesas, até que encontre um trabalho. “Tenho aspiração de trabalhar nas áreas da cartografia, sensoriamento remoto e/ou planejamento urbano”, almeja.

Em seu Trabalho de Conclusão de Curso ele lançou o olhar para a população em situação de rua e a ausência de políticas públicas que atendam essa parcela da sociedade. “Ainda há poucos serviços direcionados a essa população, sobrecarregando as áreas da saúde assistência social. As primeiras iniciativas têm registro em 2017, quando a Prefeitura aderiu à política nacional que atenda a moradores em situação de rua”, explica.

Por conta da necessidade de arcar com os custos de vida na capital mato-grossense, o jovem conta que despertou para a função de dog walker, quando uma professora da graduação, sem tempo, pediu que ele levasse o cãozinho dela, o Fofinho, para passear. A experiência adquirida vem da convivência com o cachorrinho Fumaça. Para cada 40 minutos de caminhada com o pet, ele cobra R$ 30.

“Este tipo de serviço é bastante ofertado em cidades maiores, por conta da correria. Por conta da rotina de trabalho, muita gente não tempo de levar os pets para passear. É aí que aparece a figura do dog walker”, explica o rapaz, que mora em uma república no Boa Esperança.

Mais informações sobre o serviço: (65) 9 9352-5330.

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