Professor da UFMT descobre nova espécie de macaco

Espécie era chamada pelos habitantes de Alta Floresta de sauá ou zogue-zogue e conhecida por ser barulhenta

Durante uma expedição à Alta Floresta (790 km de Cuiabá), um grupo de pesquisadores coordenado pelo professor Rogério Rossi, do Instituto de Biociências da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), descobriu uma nova espécie de macaco.

Popularmente, o animal é conhecido como sauá ou zogue-zogue. Cientificamente, foi  batizado de Plecturocebus grovesi, em homenagem ao professor britânico Colin Groves, considerado uma das maiores autoridades mundiais em taxonomia de primatas.

A expedição ocorreu em maio de 2014. O resultado só foi divulgado nesta semana porque, para se ter certeza da descoberta, foi preciso realizar uma série de estudos.

Foram analisadas a morfologia, características físicas do animal, e estudos genéticos. Segundo o professor, após os testes, constatou-se que o macaco encontrado em Alta Floresta realmente é um nunca visto antes. Pelo menos por cientistas.

O projeto foi financiado pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat) e aconteceu em parceria com outros pesquisadores que têm interesse em primatas.

A nova espécie pode ser encontrada na região do Pantanal, ao Norte de Mato Grosso, e em toda a região Amazônica. Tem tamanho próximo ao de um macaco-prego, porém é mais peludo e com cores mais vistosas. Ele costuma se alimentar de frutos e insetos. Também são conhecidos por serem barulhentos.

(Com assessoria)

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