Presidente da Aprosoja defende candidatura de Fávaro ao governo

Ascom Aprosoja

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Endrigo Dalcin: produtores ficaram contrariados com a destinação dos recursos do Fethab

O presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) Endrigo Dalcin, filiado ao PSD, afirmou nesta terça-feira (12) que o vice-governador Carlos Fávaro (PSD) é um bom nome para disputar as eleições de 2018 ao Governo do Estado. “Fávaro é o nosso presidente do partido, um nome muito bom”, pontuou.

Dalcin destacou que Fávaro tem perfil administrativo e “capacidade para tocar o Estado com competência e sabedoria”, completou. Mas que a decisão depende de muitos fatores, entre eles um consenso do partido. “Eu acredito que o setor deve se reunir novamente e ver qual é a melhor tendência”, avaliou.

Nas eleições de 2014, o setor produtivo apoiou abertamente a candidatura do governador Pedro Taques (PSDB). Entretanto, a relação entre os ruralistas e o tucano tem se estremecido. Entre as principais mágoas dos produtores está o desvio de função dos recursos do Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab II).

Conforme Endrigo, neste ano o governo recolheu do setor por meio do Fundo aproximadamente R$ 360 milhões. Do montante, 200 milhões foram destinados a outras áreas, como a saúde e custeio da máquina pública.

Para o próximo ano, foi firmado um acordo entre o governador e setor produtivo para que os recursos do Fundo sejam depositados em uma conta específica e, a partir daí, destinados para as áreas asseguradas por lei.

“Já confirmamos isso com o secretário de Fazenda. E agora com a PEC e uma série de limitações nos gastos públicos, o governo conseguirá dar a destinação às estradas, conforme manda a lei”, epxlicou. Isso deve ocorrer logo no início de 2018, quando são celebradas as primeiras vendas de soja, milho, gado e algodão.

Mesmo discordando de pontos da gestão Taques, Endrigo afirmou que não se arrepende de ter apoiado o tucano. “Eu acho que o Pedro teve seus problemas de governança dentro do Estado, mas era a melhor opção naquele momento”, explicou.

Quanto a um possível afastamento do PSD ao governo Taques, o presidente da Aprosoja foi político. “Não existe um rompimento de nenhum dos lados. Existe um problema de insatisfação pelas condições do Estado”, justificou.

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