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Prefeitura intensifica combate ao mosquito transmissor da leishmaniose

Testagem gratuita, orientação e monitoramento fazem parte da estratégia
Foto de Lucas Bellinello
Lucas Bellinello

A Prefeitura de Cuiabá intensificou uma série de ações para conter o avanço da leishmaniose visceral canina e manter o controle da raiva na capital. As medidas fazem parte do trabalho da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), com apoio da Unidade de Vigilância em Zoonoses (UVZ), e incluem testagem gratuita, vacinação, monitoramento de casos e orientação direta à população.

De acordo com o boletim epidemiológico mais recente, o município registrou aumento expressivo nos casos de leishmaniose em cães, o que acendeu o alerta das autoridades. Para enfrentar o problema, a prefeitura ampliou a oferta de exames gratuitos para diagnóstico da doença em animais, permitindo a identificação precoce e evitando a disseminação.

Ações educativas

Além disso, equipes da vigilância têm reforçado ações educativas nos bairros, orientando moradores sobre a importância da limpeza de quintais e da eliminação de matéria orgânica — ambientes que favorecem a reprodução do mosquito-palha, transmissor da doença.

Raiva também está sendo combatida

No combate à raiva, a estratégia tem sido focada na imunização. Somente nos primeiros meses do ano, centenas de doses da vacina antirrábica foram aplicadas em cães e gatos. A prefeitura também mantém atendimento para pessoas expostas ao vírus, com oferta de soro e vacina em casos considerados graves.

Outra frente de atuação envolve a investigação de animais com suspeita de infecção. Equipes especializadas fazem o acompanhamento de casos envolvendo cães, gatos, morcegos e até animais silvestres, buscando evitar qualquer risco de transmissão.

Pontos de apoio ganham força

A população também conta com pontos fixos de apoio, como a própria UVZ e hospitais veterinários parceiros, onde é possível vacinar animais, realizar exames e receber orientações. A recomendação é que tutores fiquem atentos a sintomas nos pets e evitem contato com animais doentes ou mortos.

Segundo a Secretaria de Saúde, o foco é agir de forma preventiva, combinando informação, vigilância e acesso aos serviços para reduzir os riscos tanto para os animais quanto para os moradores da cidade.

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