A Prefeitura de Cuiabá resolveu suspender temporariamente as atividades de desinfecção de locais com grande circulação de pessoas que vinham sendo executadas com drones.
O serviço teve início na segunda-feira (4), era voltado para condomínios residencias da Capital e foi justamente isso, além do preço, que fez surgir uma série de questionamentos, em especial, nas redes sociais.
O contrato custa aos cofres públicos R$ 280 mil por mês e tem prazo de validade de 90 dias.
A empresa contratada ofereceu três drones, assim como seus “pilotos” e, pelo menos, 40 condomínios já havia requisitado o serviço ao Município.
Atualmente, de acordo com dados da prefeitura, Cuiabá tem cerca de 2 mil conjuntos habitacionais do tipo.
Ação antecipada
Segundo a Secretaria de Inovação e Comunicação (Sicom) de Cuiabá, apesar das críticas nas redes sociais, nenhum órgão de controle havia questionado o contrato da prefeitura com a empresa.
Mesmo assim, cópias do processo que resultou na contratação serão encaminhadas ao Tribunal de Contas do Estado (TCE), ao Ministério Público Estadual (MP) e à Ordem dos Advogados do Brasil em Mato Grosso (OAB-MT).
Os drones só voltam a operar após o parecer dessas instituições.
Antes da contratação desses equipamentos, a prefeitura já vinha fazendo a desinfecção de áreas públicas. Primeiro, com borrifadores, depois com caminhões-pipa.
(Com Assessoria)




