Por extorsão de R$ 1,5 mil, policial civil perde cargo em MT

Investigador foi preso em 2017 na companhia de um PM e responde a PAD que opinou pela demissão

Um policial civil preso em 2017 pela acusação de extorsão no valor de R$ 1,5 mil perdeu o cargo e será desligado do serviço público após responder a um Processo Administrativo Disciplinar (PAD), que concluiu pela sua responsabilidade no caso.

Trata-se do investigador Marcos Conceição Amorim, que atuava no município de Várzea Grande (região metropolitana de Cuiabá).

Em janeiro de 2017, Amorim, juntamente com o soldado da Polícia Militar Romeu Jordão Sarate de Andrade, foi preso pela Polícia Militar minutos após saírem do Bairro Costa Verde, em Várzea Grande, portando R$ 1,5 mil de forma suspeita.

Após serem encaminhados à delegacia, ficou comprovada a extorsão de um morador do bairro. O motivo, porém, não foi revelado.

A decisão administrativa do governador Mauro Mendes (DEM) em negar o recurso hierárquico do investigador Marcos Conceição Amorim foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE), que circula nesta segunda-feira (21).

Com o esgotamento da via administrativa, cabe recurso ao poder Judiciário com pedido de reintegração ao serviço público.

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