População pode fazer descarte correto de pilhas, óleo de cozinha e lixo eletrônico no TJMT

Frascos de desodorantes aerossóis vazios, material de escrita e baterias velhas também podem ser entregues no Ecoponto do TJMT

Foto: TJMT

Com o retorno do atendimento ao público externo na sede do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, das 14h às 18h, a população que deseja dar destinação correta a lixo eletrônico, óleo de cozinha usado, frascos de desodorantes aerossóis vazios, material de escrita, pilhas e baterias velhas pode entregar todo material, limpo, seco e separado por tipo, na estação de Ecoponto instalada no Tribunal.

Os servidores do órgão já abraçaram a prática sustentável e sempre enchem os compartimentos com os materiais que iriam para o lixo comum, e agora com o Ecoponto são armazenados e coletados por parceiros do TJMT.

Atualmente são parceiros do Tribunal, o Projeto Luta e União de Amigos para Animais em Risco (Lunaar), que doou tambores para coleta das embalagens de desodorantes. Quando o compartimento alcança o nível máximo, um representante recolhe e vende o material para uma cooperativa de reciclagem. O valor obtido é revertido para o cuidado de animais abandonados em situação de risco.

Outra parceria foi firmada com a Ecodescarte, empresa responsável pelo tambor onde são depositadas as carcaças de eletrônicos e eletroeletrônicos. Estes possuem materiais pesados na composição, como chumbo e o cádmio, que se forem depositados em aterros comuns podem prejudicar o meio ambiente e a saúde as pessoas.

O Projeto Teoria Verde doou o tambor para coleta óleo vegetal é o responsável por recolher o material depositado na estação do Tribunal, sem custo. O material de escrita é enviado pelos Correios para a empresa Terraycle, pelo programa Nacional de Reciclagem de instrumentos de escrita da Faber-Castell.

A Cooperativa Sicoob União MT/MS, destinou os coletores de pilha e bateria e é o responsável pela contratação de empresa especializada para fazer o recolhimento e o descarte correto desses dois itens.

O incentivo da prática sustentável é feito pela administração do Poder Judiciário de Mato Grosso, por meio do Núcleo Socioambiental, que busca incutir uma cultura de redução de gastos, evitar desperdício e assim contribuir com o meio ambiente.

A líder do Núcleo Socioambiental, Ana Carolina Ribeiro da Cunha Ferreira, explica que a ação atende as diretrizes da Resolução 201/2015 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Plano de Logística Sustentável implementado em Mato Grosso.

“Queremos estimular a reflexão e mudanças dos padrões de consumo de magistrados, servidores e público em geral. O Tribunal acaba servindo como exemplo para os demais órgãos e assim as práticas vão se multiplicando”, acredita.

(Da Assessoria)

Use este espaço apenas para a comunicação de erros





Aceito que meu nome seja creditado em possíveis erratas.

DEIXE SEU COMENTÁRIO

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Artigo anteriorAmazonas desativou 85% dos leitos de UTI criados para Covid-19
Próximo artigoSecretaria de Turismo quer reapresentar Cuiabá aos cuiabanos