Políticos de MT se manifestam sobre atentado contra Bolsonaro e repudiam ato de violência

O candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro foi esfaqueado nesta quinta-feira

(Foto: Fábio Motta/Estadão)

Repudiando qualquer ato de violência, políticos de Mato Grosso se manifestaram sobre o atentado contra o candidato à Presidência da República, deputado federal Jair Bolsonaro (PSL), ocorrido na tarde desta quinta-feira (6), durante ato de campanha em Minas Gerais.

Em seus perfis nas redes sociais, o ministro da Agricultura Blairo Maggi (PP) classificou a facada no presidenciável como um “lamentável”. “Repudio com veemência o ato covarde contra o candidato à presidência da República, Jair Bolsonaro. A democracia não tolera esse tipo de coisa. Lamentável. Lamentável”.

Presidente regional do PSL em Mato Grosso, o deputado federal e candidato à reeleição Victório Galli pediu orações pela proteção do presidente da Executiva Nacional do partido.

“Nosso presidente Jair Bolsonaro sofreu um atentado de homicídio, agora há pouco, em Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais. Um criminoso esfaqueou Jair na região do abdômen. Peço aos irmãos evangélicos, pastores de todas as denominações, amigos padres e católicos que intensifiquem orações pela proteção de Jair Bolsonaro e de sua família. Iremos estar atentos a todas as informações”, escreveu.

Candidata ao Senado pela legenda, a juíza aposentada Selma Arruda declarou que ato demonstra que a democracia não é o ponto forte do Brasil. “Estou muito indignada. Esta é uma demonstração clara de que a democracia não é o ponto forte do Brasil. O Bolsonaro estava sendo carregado pela população, num ato democrático, e foi agredido de forma covarde por um criminoso que deve ser punido agora e responder pelo seu ato”.

O deputado federal e candidato ao cargo de senador Nilson Leitão (PSDB) destacou que, embora o presidenciável seja adversário política do candidato tucano ao Planalto, Geraldo Alckmin, nada justifica qualquer tipo de agressão.

“Esse ato tem o resultado inverso ao que é necessário ao país neste momento tão difícil, unidade, tolerância, respeito entre os cidadãos e às instituições democráticas. Neste sentido, repudio todo e qualquer ato de violência, destacando que o embate político deve estar restrito ao campo das ideias. Reiteramos o sincero desejo de que daqui para frente nenhum novo ato de violência, contra qualquer candidato, seja cometido e que vencedores e vencidos do processo eleitoral que se avizinha entendam a necessidade de uma nova união, por um Brasil mais próspero e justo para todos”, disse por meio de nota.

Já o senador José Medeiros (Pode), que disputa uma vaga na Câmara Federal, escreveu em seu perfil no Twitter: “Atentado contra Jair Bolsonaro é um ataque direto contra a democracia do Brasil”.

O ex-vice-governador Carlos Fávaro (PSD), que também disputa uma vaga no Senado por Mato Grosso, gravou um vídeo em solidariedade ao candidato e sua família, ressaltando que violência não é a solução para os problemas do país.

“Eu quero deixar aqui minha solidariedade ao candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro. Violência não é solução para nossos problemas. Eu já fiz minhas orações para sua breve recuperação e a minha solidariedade à família. Volte logo, trazer ao povo brasileiro as suas ideias para que nós possamos ter uma eleição digna, justa e respeitosa. Um abraço a você e toda sua família”, declarou.

Bolsonaro foi esfaqueado durante ato de campanha em Juiz de Fora (MG). Segundo a polícia militar, o autor do atentado teria sido José Adélio Bispo De Oliveira, que está preso. O presidenciável foi levado ao hospital onde passou por um procedimento cirúrgico e, segundo informações de familiares, passa bem.