Policiais Penais apreendem drone com celulares e drogas na PCE

Os servidores seguiram o aparelho até a mata, onde avistaram dois suspeitos, que fugiram do local

(Foto: Assessoria)

Durante a madrugada desSa sexta-feira (11) policiais penais que estão de plantão na Penitenciária Central do Estado (PCE), localizada na região do Distrito industrial de Cuiabá, realizaram a apreensão de um drone que sobrevoava a unidade para entrega de produtos ilícitos. Na ação, que ocorreu por volta das 3h da manhã, foram apreendidos, além do drone, cinco aparelhos celulares, quatro carregadores, dois tubos de linha e um tablete de maconha.

De acordo com o Sindicato dos Policiais Penais de Mato Grosso (Sindspen-MT), após os servidores flagrarem o drone soltando os produtos na unidade, quatro policiais penais saíram em uma viatura para seguirem o aparelho que pousou na mata e avistaram dois suspeitos que controlavam o aparelho. Ao verem os policiais penais, os criminosos fugiram para dentro do matagal e abandonaram os produtos no local.

“Tentativas como essas acontecem com muita frequência na PCE e, se não fosse o trabalho e o preparo dos nossos policiais penais para evitar esse tipo de crime, a sociedade poderia continuar na mira dos criminosos, que já estão detidos. A superlotação e a presença de faccionados contribuem para que essas tentativas continuem acontecendo, mas estamos preparados para agir sempre que necessários”, destaca o presidente do Sindspen-MT, Amaury Neves.

Segundo levantamento mais recente realizado pelo Sindspen-MT, a PCE foi construída para receber 810 presos, mas atualmente recebe aproximadamente 2.400 detentos, ou seja, 196% a mais do que o indicado.

Os policiais penais seguem em reivindicação pela recomposição salarial dos últimos 10 anos e plano gradativo de equiparação salarial. Atualmente são cerca de 2,8 mil servidores, lotados em 46 unidades prisionais. Representam a menor categoria em número de servidores das três forças de segurança pública, que são elas: policiais civis, militares e penais. Esses profissionais passam a maior parte do tempo da pena com reeducandos, tendo contato diário dentro dos presídios, cadeias e unidades prisionais.

(Da Assessoria)

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