Policiais civis são alvos de operação contra falsificação de atestados médicos

O inquérito policial apura os crimes de falsidade ideológica e uso de documento falso

(Foto: Polícia Civil)

A Corregedoria-Geral da Polícia Civil deflagrou, na manhã desta sexta-feira (6), uma operação com a finalidade combater o uso de documentos falsos (atestados médicos adulterados/falsificados) apresentados por servidores perante a instituição. O inquérito policial apura os crimes de falsidade ideológica e uso de documento falso.

A operação, denominada Fair Play, foi deflagrada em Barra do Garças para cumprimento de três mandados de busca e apreensão, sendo dois deles na casa de servidores e outro na casa de uma pessoa de fora dos quadros da Polícia Civil de Mato Grosso.

As três ordens judiciais foram deferidas pelo juízo criminal de São Félix do Araguaia, em razão da prevenção, uma vez que foi lá que o primeiro atestado médico falsificado/adulterado foi utilizado.

A investigação também apurou que os servidores usaram os documentos falsos em São Felix do Araguaia e em Cuiabá.

Esta é primeira operação da Corregedoria-Geral em 2021, com a finalidade combater estes crimes, e há outras investigações em curso que apuram fatos semelhantes.

A ação contou com o apoio da Delegacia Regional de Barra do Garça, da Delegacia de Roubos e furto de Barra do Garças, da Delegacia da Mulher de Barra do Garças e da Gerência de Operações Especiais (GOE).

Nome da operação

A operação foi batizada de Fair Play, que em uma tradução livre, significa “jogo limpo”. O nome tem o objetivo de mostrar que Corregedoria-Geral desenvolve ações de repressão qualificada, buscando coibir o jogo sujo praticado por alguns servidores que utilizam atestados falsos/adulterados perante a instituição.

(Da Assessoria)

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