Plataforma de arte colaborativa, Ruído Manifesto comemora um ano com encontro no Metade Cheio

A celebração está marcada para a próxima quarta-feira (12), às 19 horas

(Foto: Divulgação/Ruído Manifesto)

Um ano de encruzilhada virtual afim de levar arte de Mato Grosso ao Brasil e do Brasil a Mato Grosso. Com a palavra de ordem “movimentação cultural”, poetas, contistas, cineastas, críticos e um web designer alimentam a plataforma Ruído Manifesto com arte autoral, uma espécie de revista online que completa seu primeiro aniversário. A celebração está marcada para a próxima quarta-feira (12), às 19 horas, no espaço cultural Metade Cheio; na ocasião, o microfone estará aberto para leitura de obras próprias e alheias.

Ruído Manifesto é uma reunião de vozes projetas por Ângela Coradini, Divanize Carbonieri, Felipe Martins, Lívia Bertges, Matheus Guménin Barreto, Rafaella Elika Borges, Rodivaldo Ribeiro, Tita F. Martinuci e Wuldson Marcelo.

“Acredito que o nosso intento – no que tange à consolidação – de divulgar a literatura e poesia mato-grossenses e ser um espaço de conhecimento e troca, ao publicar escritores de todo o Brasil, está se realizando, e além da minha expectativa, já que o fluxo de contribuição é bastante regular, proporcionando publicar até duas autoras ou autores por dia. E como contamos com uma equipe de nove pessoas, é possível sustentarmos essa média”, lembra Wuldson.

Cada integrante publica resenhas, poemas, reportagens, entrevistas e textos ficcionais de autoria própria ou de artistas referências país afora, de modo a acolher os desejosos de participar e aumentar o escopo e a potência dos ruídos vindos das mais diversas linguagens, como a literatura, do cinema, da pintura, da moda e do teatro.

“Entendemos que toda arte é um sistema cujos elementos precisam se apoiar uns nos outros, e que esse sistema é sempre mais forte na medida em que abarca mais elementos”, afirma.

Em uma breve circulada pelos links do site, o leitor encontra textos de ficção que parecem estar prontos para serem roteirizados e ganhar as telas de cinema. Há também textos poéticos que celebram a produção de autores mais maduros e revela o frescor da produção de poetas que possuem pouco mais de 20 anos. No link reservado às críticas, os leitores se deleitam com dicas de livros, filmes e espetáculos, com destaque para produções independentes e que fogem ao tradicional.

“A meta, e esse é o nosso desejo desde o início, é publicar críticas/ensaios sobre cinema, HQs, literatura, fotografia, teatro, etc. Vamos investir nisso no segundo ano do Ruído. E também a produção artística referente à fotografia, ilustração e etc”, ressalta Wuldson.

Acesse: http://ruidomanifesto.org/

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