PGE mantém multa de R$ 3,8 milhões a empresas investigadas por corrupção

Grupos fazem parte de 16 investigadas que assinaram contratos com a Seduc em 2015 e 2016, por meio de pagamento de propina

A Procuradoria Geral do Estado (PGE) indeferiu recursos administrativos de seis empresas investigadas por fraudes públicas e manteve multas no total de R$ 3,8 milhões por punições com base na Lei Anticorrupção. 

Outras três condenadas tiveram suspensão parcial das punições. 

As empresas são investigadas na Operação Rêmora do Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco), por supostas fraudes em licitações da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), em 2015 e 2016.  

A Controladoria Geral do Estado (CGE) processou administrativamente 22 empresas flagradas em esquemas. Em março de 2021, a Controladoria condenou 16 investigadas e aplicou a multa de R$ 3,8 milhões. 

Conforme o órgão, a condenação decorreu da comprovação de que as 16 empresas teriam frustrado e fraudado a competição de 28 licitações da Seduc. Elas teriam combinado os preços dos certames entre si e combinado o pagamento de propina a agentes públicos para acessar informações privilegiadas da concorrência. 

A Procuradoria Geral rejeitou ou atendeu parcialmente os recursos de seis empresas das 16. A Esteio Construções e a São Benedito Construções tiveram revisão de classificação de inidôneas. A multa da Tirante Construções foi reduzida para R$ 151 mil. 

Já empresas Luma Construtora, Apolus Engenharia, Construtora Juruena, Dínamo Construtora, Jer Engenharia Elétrica e Construtora Panamericana tiveram os recursos rejeitados. 

Use este espaço apenas para a comunicação de erros





Aceito que meu nome seja creditado em possíveis erratas.

DEIXE SEU COMENTÁRIO

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Artigo anteriorLula visitará Rondonópolis a convite de Zé do Pátio
Próximo artigoSó presencial