18 de abril de 2026 12:27
Brasil

Pelo Twitter, Lula pede impeachment de Bolsonaro

Foto de Lucas Bellinello
Lucas Bellinello

O ex-presidente Lula usou o Twitter, nesta quinta-feira (22), para pedir o impeachment do presidente Jair Bolsonaro. Desde que deixou a cadeia, no fim do ano passado, o petista vem usando as redes sociais para criticar Bolsonaro.

Na publicação, Lula alega que Bolsonaro teria cometido um “crime contra nação” ao não autorizar a compra da vacina chinesa contra o novo coronavírus.

“Se a sociedade, os partidos e os parlamentares, precisavam de um motivo para discutir o impeachment, Bolsonaro acaba de cometer um crime contra a nação ao dizer que não vai comprar a vacina”, disse o petista.

Em outra publicação, Lula diz que, “se Bolsonaro não acredita na eficácia da vacina, ele que não tome”.

Após muita polêmica envolvendo os possíveis efeitos colaterais da vacina chinesa, o presidente Jair Bolsonaro decidiu que o Ministério da Saúde não vai adquirir a vacina contra a covid-19 que está sendo produzida na China.

Veja a publicação original

Notícias em primeira mão

Junte-se à nossa comunidade exclusiva no Whatsapp e seja notificado sobre os furos de reportagem e análises profundas antes de todos.

Últimas Notícias

Crônicas Policiais

Sema apreende três tratores usados em desmatamento ilegal no Norte de Mato Grosso

Maquinários foram flagrados em Santa Helena e Marcelândia; áreas já estavam embargadas e monitoradas por satélite
Esportes

Invictas, Brasil e Canadá duelam pelo troféu do Fifa Series na Arena Pantanal

Seleção Brasileira vem de goleadas e encara as canadenses às 21h30; ingressos via Facepass valem para dois jogos
Economia

ORIENTAÇÃO FISCAL IR 2026: Saiba como escolher entre o modelo simplificado e o completo para pagar menos

Decisão entre desconto padrão de 20% ou deduções legais depende do volume de gastos com saúde e educação; especialistas recomendam testar ambas as opções no programa da Receita
Justiça

SUPREMO TRIBUNAL Unanimidade: STF derruba lei de Santa Catarina que proibia cotas raciais

Com placar de 10 a 0, ministros reafirmam a constitucionalidade de ações afirmativas baseadas em critérios étnico-raciais; lei estadual tentava limitar reserva de vagas a critérios econômicos e sociais