Pedro Taques: conheça os candidatos ao Senado por MT

Ex-governador tenta voltar ao cargo pelo qual entrou na política e diz concordar com os adversários: tem mais perfil para o Legislativo

(Foto: O Livre)

O ex-governador Pedro Taques (Solidariedade) vai disputar novamente uma vaga no Senado. A tentativa de voltar para o cargo que lhe inaugurou a carreira política ocorre dois anos após o fim do mandato do governador (2015-2019).  

Taques diz que fez sua contribuição no Executivo, mas reconhece que seu perfil está mais para o Legislativo. Ele teve um longo histórico na área jurídica pública, chegando a procurador da República, um cargo vitalício que deixou para concorrer ao Senado pela primeira vez em 2009.  

“Meus próprios adversários me disseram que tenho um melhor desempenho no Legislativo. Fiz minha contribuição no Executivo, mas hoje concordo com eles, posso ter melhor resultado no Senado”, afirmou. 

Taques disse não ter receio de entrar novamente na disputa por um cargo público apenas dois anos após um mandato que teve rusgas com os servidores públicos, a polêmica da “grampolândia” e, já na reta final, a investigação ao programa Caravana da Transformação, que virou a vitrine de seu governo. 

Ele contra argumenta esses episódios, alegando que cumpriu o acordo salarial dos servidores, que a investigação das escutas ilegais ainda não apresentou acusação contra ele e que o julgamento sobre a Caravana tem teor interpretativo. 

A disputa da terceira eleição no prazo 10 anos é explicada por ele como “missão” recebida de “ajudar o Brasil e Mato Grosso”. E a política seria o caminho mais amplo para executar a designação. 

“Por mais que muita gente não goste da política, difame a política, ela é o único instrumento de transformação. É por meio dela que podemos transformar as coisas em lei para colocar as coisas em ordem”, disse. 

Como candidato, ele se posiciona contra o aborto e a favor do uso da arma de fogo, desde que a pessoa tenha a capacidade de manuseio, e diz não estar incluso nesse grupo.

O maior desafio visto por ele daqui para frente é a adaptação do país à situação do pós-pandemia. 

Divorciado e com uma filha, o patrimônio declarado por Taques à Justiça Eleitoral é, hoje, menor do que o divulgado no primeiro pedido de registro de candidatura, situação que ele atribuída à atuação na vida pública.

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