Paralisação: Policiais civis pressionam governo por prioridade na vacinação

Sindicato deu 48 horas para o governador se pronunciar sobre a imunização dos agentes da Segurança Pública

Foto: Ednilson Aguiar/O Livre

Com a crescente morte de policiais em Mato Grosso, o Sindicato dos Investigadores da Polícia Civil de Mato Grosso (Sinpol-MT) resolveu se pronunciar pedindo que o governo do Estado priorize a vacinação da categoria, sob ameaça de paralisação.

Segundo o presidente do sindicado, Gláucio de Abreu Castañon, embora o governador Mauro Mendes (DEM) já tenha declarado concordar com a priorização da categoria na vacinação, até agora os policiais não começaram a ser vacinados e continuam morrendo na linha de frente da pandemia.

“Chega de politicalha. Estamos cansados de promessa e de porcariada midiática na TV. O que nós queremos realmente é que os policiais sejam vacinados. E, sinceramente, ou o governo cumpre e vacina os policiais ou nós teremos que parar tudo. A segurança pública tem que parar. Chega de ser bode expiatório. Chega de estarmos aí trabalhando como  gado indo para o matadouro”, disse Castañon em um vídeo em que lamentou a morte de mais um investigador da Polícia Civil.

Foto: Assessoria

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Os policiais, civis, militares e penais, já chegaram a fazer uma carreata pelas ruas de Cuiabá, com destino ao Palácio Paiaguás, cobrando a vacinação dos agentes.

O sindicato emitiu, ainda, uma nota exigindo que o governador Mauro Mendes se pronuncie em 48 horas sobre a vacinação de todos os profissionais da segurança pública “sob pena de os profissionais, a fim de resguardarem por suas vidas e de terceiros, serem obrigados a aguardar a decisão com suas atividades paralisadas”.

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