Paradeiro desconhecido

Reprodução

Documentos Wytron

De acordo com o desembargador Orlando Perri, o equipamento Wytron e o rack do Sistema Sentinela, ambos utilizados para a realização de escutas telefônicas ilegais por Policiais Militares, continuam desaparecidos. A Polícia Civil deflagrou a Operação Esdras nesta quarta-feira (27).

Agora, contudo, parecem existir indícios do paradeiro ainda desconhecido do equipamento. Na decisão que deflagrou a Operação Esdras, o desembargador cita um depoimento do tenente-coronel José Henrique Costa Soares, escrivão do Inquérito Policial Militar que apura a atuação dos policiais no caso. De acordo com Soares, o equipamento estaria guardado com José Marilson da Silva, ex-sócio da Simples IP, preso nesta quarta.

O desembargador afirma que existe documentação que comprava que o rack do Sentinela foi retirado da empresa Titânia, onde ficava guardado durante a ação do grupo criminoso, pelo próprio Marilson, “havendo fortes indícios de que a parafernália esteja sob sua responsabilidade”.

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