Para ajudar artistas, Flor Ribeirinha pede que fãs adiantem compra de ingresso

O novo espetáculo será encenado no Quintal de Domingas, em setembro. Sem se apresentar, muitos artistas têm passado dificuldades

Os artistas do Flor Ribeirinha já estão montando o novo espetáculo do repertório, o “Raízes Ribeirinhas”, que será encenado em setembro no Quintal da Domingas em São Gonçalo Beira Rio.

Sem poder se apresentar, eles lançaram nesta semana uma campanha pedindo que os fãs adiantem o valor do ingresso para que eles possam não só financiar as ações do projeto social que mantêm, como também, reverter parte do auxílio para alimentação dos integrantes em situação de maior vulnerabilidade.

Os ingressos antecipados para o espetáculo custam R$ 20, e podem ser adquiridos por meio de depósito e transferência através do Banco do Brasil [Agência 3.325-1 / Conta corrente 131703-2 e CNPJ: 10.908.256.0001-55]. O comprovante deve ser enviado posteriormente pelo WhatsApp (65) 99204 – 8404 para que seja confirmado o ingresso.

Em produção

Conforme a fundadora e presidente da Associação Cultural Flor Ribeirinha, Domingas Leonor, mesmo em período de enfrentamento da pandemia do coronavírus, o grupo continua trabalhando. “Estamos construindo o novo espetáculo, mas seguindo as recomendações do isolamento social”.

O coreógrafo e diretor artístico, Avinner Augusto, reitera que os ensaios coletivos com os músicos e bailarinos serão feitos após o período de quarentena, mas que parte do material já está sendo preparado a distância.

Foto: acervo Flor Ribeirinha

Raízes Ribeirinhas

A ideia central do espetáculo é dançar a comunidade e personagens da cultura popular, trazendo as origens de Mato Grosso nos rituais do povo bororo e passando pela influência afrobrasileira e de outros povos imigrantes.

“Queremos mostrar também a cultura cuiabana, que é miscigenada, tem nuances de várias tradições culturais. É nesse multiculturalismo brasileiro que nossa identidade se expressa nas crenças, na pesca, na cerâmica, nas lendas, no linguajar, na culinária, no contato com o rio e no orgulho de ser ribeirinho”, assinala o coreógrafo Avinner Augusto.

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