Pai é acusado de abusar de sua filha e de amigas dela que iam brincar em sua casa

Ao ser confrontado pela mãe de uma das vítimas, homem pegou a mulher e a filha e fugiu

Imagem ilustrativa

Os pais de duas meninas de 11 e 17 anos procuraram a polícia de Rondonópolis (220 km de Cuiabá) nessa quarta-feira (16) para denunciar um vizinho, pai de uma amiga das filhas deles, de abusar sexualmente das duas meninas e, até mesmo, da própria filha.

Quem acionou a Polícia Militar foi a mãe da criança de 11 anos, que disse que, nessa quarta-feira, a filha contou chorando que o pai de sua amiga havia passado a mão em suas partes íntimas.

A criança contou à mãe, ainda, que isso já havia acontecido várias vezes, em dias diferentes, quando ela ia brincar na casa da amiga, que mora em uma residência vizinha.

A menina também disse à mãe que viu o suspeito tocar nas partes íntimas da própria filha e fazer comentários obscenos, e que outra amiga, de 17 anos, havia comentado também ter sofrido abuso do suspeito.

Assim que ouviu a filha, a mãe foi até a casa do acusado para conversar com a esposa dele, na presença do suspeito e da filha. Porém, ao indagá-lo, foi reprimida e agredida pela esposa do homem.

A filha do casal, no entanto, confessou, na frente da mãe da vítima de 11 anos, sofrer os abusos do pai. Sem ter mais o que fazer sozinha, a mulher chamou a polícia.

Uma equipe da PM foi até o local, ouviu o relato da mãe e foi até a casa do suspeito, onde foi recebida pelo filho do acusado, que disse que seus pais e sua irmã haviam saído sem dizer para onde iam.

Os militares, então, foram até a casa da suposta outra vítima, de 17 anos. Os pais dela não estavam no local, mas a irmã dela, maior de idade, estava, foi informada da situação e ligou para a mãe para contar o que estava acontecendo.

Os policiais também conversaram com a criança de 11 anos e a adolescente de 17 e ambas confirmaram os abusos sexuais que vinham sofrendo por parte do suspeito.

O Conselho Tutelar foi acionado e acompanhou a ocorrência. O caso foi registrado como abuso de incapaz.

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