Onda de frio histórica no Brasil terá vendavais, tempestades e geada

Em Mato Grosso a temperatura cai até 10°C em apenas 24 horas. E, na Capital, a segunda-feira já terá termômetros nas alturas

(Foto: Reprodução/O LIVRE)

A quinta-feira (20) já amanheceu mais gelada em boa parte do Brasil. A queda na temperatura em diversas regiões do país é resultado de um frente fria considerada histórica.

Segundo as previsões dos institutos de meteorologia, as condições climáticas atípicas vão provocar quedas acentuadas nas temperaturas e causar vendavais, tempestades e geada.

A intensa massa de ar frio de origem polar deve provocar temperaturas mínimas muito baixa. No Sul do país, a expectativa é que as mínimas atinjam valores inferiores a 0ºC.

Em Mato Grosso, a temperatura deve cair cerca de 10ºC no intervalo de 24 horas.

Em Chapada dos Guimarães, a previsão é de 4ºC na sexta-feira (21) e de 0ºC no sábado (22). Já em Cuiabá, a mínima registrada deve ser de 10ºC.

Na próxima segunda-feira (24), entretanto, os 40ºC costumeiros dessa época do ano voltam a aquecer a Capital.

Para quem vive no Sul do país, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) aponta uma oportunidade rara: ver a neve, graças a umidade e o frio intenso, principalmente em regiões serranas.

Ainda de acordo com o Inmet, a dimensão da frente fria é parecida com o “frio histórico” de 1955, 1963, 1975 e 1985. Não pelas baixas temperaturas, mas pela abrangência.

Articulação

Em comunicado, o Ministério da Cidadania informou que, diante das previsões, já trabalha de forma articulada com a Defesa Civil para garantir proteção à população mais vulnerável, em especial pessoas em situação de rua.

Além disso, o momento exige atenção com a segurança das equipes de assistência social, devido à pandemia de covid-19.

“A Secretaria Nacional de Assistência Social do Ministério da Cidadania alerta para que a rede do Sistema Único de Assistência Social esteja mobilizada para garantir o abrigamento temporário dessas pessoas, reforçando também a atuação das equipes de abordagem social nos territórios. É necessário ter atenção com moradores de áreas rurais e povos e comunidades tradicionais”, alertou o ministério.

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