Obras paralisam transporte de madeira para fora do Estado

Construção está obstruindo entrada do Indea, impedindo que motoristas retirem a guia

A obra do Batalhão do Corpo de Bombeiros causou um imbróglio nessa segunda-feira (10), no Posto Fiscal de Identificação de Madeira do Indea, no Distrito Industrial de Cuiabá. Impedidos de entrar no pátio do Instituto e conseguir o Certificado de Identificação de Madeira, cerca de 30 caminhões carregados ficaram parados às margens da BR-364.

O problema teve início com uma obra do Corpo de Bombeiros – que está sendo construída ao lado da unidade – e acabou trancando o acesso dos caminhões ao pátio do local para serem vistoriados, com isso, uma fila de caminhões começou a se formar no local.

De acordo com a presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Sistema Agrícola, Agrário e Pecuário de Mato Grosso (Sintap), Rosimeire Ritter, já foi solicitado para a equipe de engenharia da obra que fosse feita outra passagem, no entanto, o pedido ainda não foi atendido.

“Eles simplesmente trancaram o portão com vários pedaços de madeira, impedindo os caminhões de entrarem no pátio para serem vistoriados e impedindo também o trabalho dos servidores da unidade”, explicou.

O diretor técnico do Indea, Alison Seganfredo Cericatto, disse que essa situação foi um caso atípico e que a falta desse documento impede que os caminhoneiros saiam do estado. Sendo assim, “caso o caminheiro queira, pode ir até o posto do Indea em Rondonópolis, para receber a documentação”, assegurou.

Nesta terça-feira (11), os técnicos do Indea receberam autorização para fazer a vistoria fora do pátio e o problema foi resolvido parcialmente. “Conseguimos liberar os caminhões que estavam aqui desde ontem. As condições de trabalho não são ideais. A noite não será possível trabalhar, continuamos sem acesso a entrada, mas estamos trabalhando”, disse o vice-presidente do Sintap, Paulo Medeiros.

Medeiros disse que os servidores aguardam a solução do caso para que voltem a trabalhar com mais segurança, uma vez que apenas alguns cones os separaram da rua. “Esperamos que até amanhã à tarde a situação seja resolvida para que possamos trabalhar com mais segurança”, disse.

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