|terça, 22 maio 2018

    Nova onda de tremores para América Central

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    Depois de mais de um mês sem atividades sísmiscas, alguns pontos correlacionados voltaram a tremer em regiões como Ilhas Curilas, no oriente da Rússia, e na costa Central do Japão. Esses tremores recentes podem ser sinalizadores para México, Guatemala e El Salvador já nos próximos dias.

    Não acredito que os eventos passem dos 5.7 graus na escala Richter, mas as condições não são muito favoráveis. Ainda estou monitorando a atividade em locais que podem também vir a receber reverberações desses eventos.

    Por mais que algumas pessoas queiram que eu diga exatamente o local e a magnitude desses eventos, eu sempre reforço que é quase impossível ter todos esses dados de antemão. Há tendências e possibilidades baseados em dados históricos e contas. 

    Os critérios utilizados para análise da minha investigação são um tanto duros, até na relação deles com eles mesmos. Dizer local e hora exata de um terremoto e magnitude não é nem nunca foi a minha proposta. Levanto dados que apontam tendências. E esses resultados são novidades, já que até hoje nada semelhante foi desenvolvido.

    Em um evento previsto para uma região pouco propensa aos sismos, na Venezuela, li que minha previsão não foi validada por ter uma latência de 24 horas. Reforço: não é a minha proposta dizer em que data, hora, minuto e segundo um abalo vai acontecer. 

    Assim como a maioria dos seres humanos, sou sensível e algumas dessas críticas – sobretudo as infundadas e desvirtuadas – me machucam. Nessas horas, porém, me prendo aos que desde sempre entendem a minha proposta e buscam ampliar o seu escopo. Obrigado a todos e continuem escrevendo.

    Nueva ola de temblores para América Central

    Después de más de un mes sin actividades sísmiscas, algunos puntos correlacionados con Guatemala y Mexico volvieron a temblar en regiones como las Islas Kurilas, en el oriente de Rusia, y en la costa central de Japón. Estos temblores recientes pueden ser indicadores para México, Guatemala y El Salvador ya en los próximos días.

    No creo que los eventos pasen de los 5.7 grados en la escala de Richter, pero las condiciones no son muy favorables. Todavía estoy supervisando la actividad en lugares que también pueden recibir reverberaciones de estos eventos.

    Por más que algunas personas quieran que diga exactamente el lugar y la magnitud de estos eventos, siempre refuerzo que es casi imposible tener todos estos datos de antemano. Hay tendencias y posibilidades basadas en datos históricos y cuentas.

    Los criterios utilizados para el análisis de mi investigación son un tanto duros, incluso en su relación con ellos mismos. Decir local y hora exacta de un terremoto y magnitud no es ni nunca fue mi propuesta. Levanto datos que apuntan tendencias. Y esos resultados son novedades, ya que hasta hoy nada semejante ha sido desarrollado.

    En un evento previsto para una región poco propensa a los sismos, en Venezuela, leí que mi previsión no fue validada por tener una latencia de 24 horas. Refuerzo: no es mi propuesta decir en qué fecha, hora, minuto y según una sacudida va a suceder.

    Así como la mayoría de los seres humanos, soy sensible y algunas de esas críticas -sobre todo las infundadas y desvirtuadas- me lastiman. En esas horas, sin embargo, me prendo a los que desde siempre entienden mi propuesta y buscan ampliar su alcance.

    Gracias a todos y continúen escribiendo.

    Assinatura Coluna Aroldo

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