No CNJ, corregedor nega provimento em reclamação contra Selma Arruda

Advogado Francisco Faiad questiona imparcialidade de Selma enquanto ela era juíza

(Foto:Ednilson Aguiar/ O Livre)

O ministro Humberto Martins negou provimento ao recurso administrativo contra a senadora Selma Arruda (Podemos), na reclamação disciplinar apresentado pelo advogado Francisco Faiad.

O processo foi colocado em pauta na sessão plenária do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), na tarde desta terça-feira (18).

“Não existia nada contra ela antes da aposentadoria. Aí depois que ela [Sela Arruda] se aposenta: então, ela usou o cargo … passado.. então, aquela questão – quem ganhou, quem perdeu. Ela já estava aposentada, tudo normal, não sofria processo, então entram com recurso contra essa juíza Selma, que hoje é aposentada. Em razão disso, eu dou recurso administrativo improvido”, votou Humberto, que é o relator do processo.

Corregedor Nacional de Justiça, o conselheiro do CNJ, Humberto Martins negou provimento ao recurso de Francisco Faiad contra Selma Arruda (Foto: Gil Ferreira/ Agência CNJ)

Mesmo com o não provimento do recurso – por parte do conselheiro Humberto Martins -, a conselheira Candice Lavocat Galvão Jobim pediu vistas.

Faiad pediu ao CNJ que julgasse a possível descumprimento do Código de Ética e da Lei Orgânica da Magistratura por parte de Selma, que atuava na 7ª Vara Criminal de Cuiabá, e que foi responsável por condenar, em primeira instância, o ex-governador Silval Barbosa e o ex-deputado José Riva, por participação em esquemas de corrupção.

Faiad afirma que a então juíza se utilizava dos meios de comunicação para emitir opinião sobre processos e decisões dirimidos em instâncias superiores, além do “interesse eleitoral em querer se manter em evidência nas mídias”.

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