“Não vou condenar por causa de operação. Eu já fui vítima disso”, diz Mauro sobre secretárias

Dois nomes do escalão de Mauro já foram alvos de operações da polícia

(Foto: Suellen Pessetto/ O Livre)

Durante a cerimônia de posse do novo presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), na tarde desta quarta-feira (19), o governador eleito, Mauro Mendes, aproveitou para afastar comentários quanto a escolha do seu secretariado, que foi anunciada na terça-feira (18). Isso porque dois dos seis nomes apresentados já teriam sido alvos de investigações policiais.

“Não tem nada de concreto contra isso. Nenhuma das duas são rés em nenhum processo, e hoje temos aí dezenas de pessoas. Eu já fui vítima disso”, manifestou, lembrando que também já foi alvo de operação.

“Já entraram na minha casa, e, três anos depois, eu fui inocentado, com parecer favorável da Polícia Federal, do Ministério Público Federal e do Juiz Federal. Portanto, não vou condenar ninguém por estar envolvido em operação”, completou.

Conforme foi veiculado pelo Gazeta Digital, a servidora Rosamaria Ferreira de Carvalho, que deve assumir a Secretaria de Trabalho e Assistência Social (Setas), responde processo criminal por corrupção, em um desdobramento da Operação Arqueiro, deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco), em 2014.

Segundo as investigações, durante a gestão do ex-governador Silval Barbosa teriam acontecidos desvios na Setas. À época, a pasta era comandada pela ex-primeira-dama Roseli Barbosa, que chegou a ser presa.

O jornal também citou a advogada Mauren Lazzaretti, indicada por Mauro Mendes para assumir a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema). Ela foi presa na Operação Curupira, deflagrada pela Polícia Federal em 2015. Não foi instaurado inquérito criminal contra ela.

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