Mulher morre em hospital público, bens não são devolvidos e celular é usado por terceiro

Aliança, edredom e documentos também foram extraviados

Imagem ilustrativa

A família de uma mulher que faleceu no Hospital Metropolitano de Várzea Grande no dia 28 de junho deste ano registrou um boletim de ocorrência, nessa quinta-feira (21), afirmando que os bens que estavam com a paciente no hospital, como o celular e aliança, não foram devolvidos.

Segundo a filha da mulher, que tem 25 anos, a princípio a mãe foi internada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Bairro Cristo Rei e, somente depois, foi transferida para o Hospital Metropolitano, onde faleceu.

No dia, a mãe estava com aliança, óculos de vista, um edredom, carteira de identidade, CPF e um celular. A filha, então, procurou a administração do hospital para pegar os pertences da mãe, mas foi solicitado que ela retornasse no dia seguinte, o que ela fez.

A administração, porém, informou que os pertences não haviam sido transferidos com a mãe da jovem da UPA para o Metropolitano. A família foi até a UPA e, no local, a responsável disse que todos os pertences acompanharam a paciente transferida.

Celular da paciente foi usado por terceiros

A jovem, então, olhou fotos da mãe no Hospital Metropolitano e notou que, realmente, ela estava com seu edredom no local, ou seja, seus pertences estavam com ela no hospital.

Além do impasse e de não conseguir respostas da unidade médica, a família ainda notou que alguém está usando o celular da falecida e, inclusive, saiu do grupo da família no WhatsApp.

Com todo o relato, a filha da falecida resolveu procurar a polícia e registrar um boletim de ocorrência contando todo o ocorrido e relatando que alguém ainda está usando o celular de sua mãe.

O caso foi registrado como ocorrências atípicas, de natureza diversa.

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