MT poderá receber vacinas americanas no combate à covid-19

Resposta do Ministério da Saúde sairá até segunda-feira (26). Quantidade a ser liberada ainda é uma incógnita

Foto: Ednilson Aguiar/O Livre

O Ministério da Saúde informará até segunda-feira (26) a possibilidade de liberar ao governo do Estado quantidades de doses da vacina americana Pfizer/BioNtech.

Produzida por fabricante dos Estados Unidos, o imunizante tem eficácia de 92% de prevenção aos casos mais graves de contaminação do coronavírus.

A informação a respeito da liberação da vacina foi dada na tarde dessa sexta-feira (23) pelo deputado federal Emanuel Pinheiro Neto, o Emanuelzinho (PTB), após a abertura oficial do posto de vacinação pela Prefeitura de Cuiabá no estacionamento da Assembleia Legislativa.

“O governo federal tem reservado 1 milhão de doses desta vacina, que serão distribuídas às Prefeituras das Capitais brasileiras, porque exigem boa capacidade técnica para armazenamento. Fiz contato com o Ministério da Saúde e fui informado que até segunda-feira a resposta será fornecida à Secretária do Estado de Saúde”, declarou.

O parlamentar revelou, ainda, que o Ministério da Saúde já foi devidamente comunicado que Mato Grosso tem capacidade técnica para receber as vacinas, cujas quantidades serão liberadas de acordo com critérios do governo federal.

“Essas vacinas deverão permanecer armazenadas em um ambiente de 80 graus negativos. Encaminhei um ofício hoje mesmo ao Ministério da Saúde, onde a equipe técnica do Hospital Geral atesta a plena capacidade de armazená-las”, detalhou.

Atualmente, os municípios de Mato Grosso tem vacinado a população com doses da Coronavac, produzida pelo Instituto Butantã, vinculado a Universidade de São Paulo, em parceria com o laboratório chinês Sinovac.

Também estão sendo aplicadas doses da vacina Aztrazeneca, produzida em Oxford, na Universidade de Oxford, e da empresa farmacêutica britânico-sueca AstraZeneca.

O governador Mauro Mendes (DEM) já anunciou a compra de 1,2 milhão de dose da vacina russa Sputnik V. Porém, o imunizante ainda aguarda liberação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

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