MP quer fim das aglomerações na frente dos bancos

Medida visa atenuar proliferação do coronavírus

Imagem ilustrativa (Tomaz Silva/Agência Brasil)

Os bancos do Brasil e Bradesco são alvo de uma ação civil pública que tentar acabar com as filas e aglomerações na porta das agências de Cáceres (219 km a Oeste de Cuiabá).

Conforme o Ministério Público do Estado, as instituições precisam criar medidas que atendam a necessidade dos clientes sem que eles precisem ficar por horas na frente das unidades.

Consta no pedido de liminar, que as pessoas não estão respeitando o distanciamento mínimo de 1,5 metros, como exigem as medidas preventivas de combate a proliferação do coronavírus, e que por várias vezes a Polícia Militar foi acionada, mas sem resultado a longo prazo.

“Se não bastasse isso, com a promulgação da Lei Federal nº 13.982 de 02 de abril de 2020, que institui auxílio financeiro emergencial, a procura por bancos tende a aumentar, implicando, com isso, na forma que estão as agências em Cáceres, em mais filas e aglomeração”, afirmaram os autores da ação.

Entre as medidas requeridas, em caráter liminar, estão:

  • Disponibilizar agente fiscalizador para manter a ordem e impedir aglomeração
  • Exigir uso de máscara e controlar a distância das pessoas
  • Antecipar ou prorrogar o horário de atendimento ao cliente ou mesmo a abertura em sábados, domingos e feriados a fim de reduzir o fluxo de atendimento
  • Instalar tendas nas proximidades das agências bancárias, em função do sol e chuva, para abrigo da população.

“Na ação foi requerido também o atendimento às pessoas do grupo de risco em horário diferenciado; adequação do layout para manutenção da distância mínima entre as pessoas; manutenção dos locais ventilados da melhor maneira possível, além do cumprimento da determinação do decreto municipal de fixação de cartazes com recomendações de medidas de prevenção e distribuição de senhas e o atendimento por hora marcada.

(Com informações da Assessoria)

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