Ministro Luiz Roberto Barroso volta a falar contra o voto auditável

Sem apresentar justificativa, o ministro classificou o voto auditável como "um risco e uma ameaça" a democracia

Ministro Luís Barroso, do STF, é um dos que defendem a legalização das drogas (Foto: ABr)

O ministro Luiz Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, voltou a se manifestar contra a proposta de votação auditável. De acordo com ele, trata-se de um “risco” à democracia.

Sem citar fontes, o ministro classificou a urna eletrônica como segura e afirmou que o voto auditável criará problemas nas eleições.

“Eu penso que nós estaremos criando um problema e uma ameaça para um problema que não existe”, disse Barroso nesta quinta-feira (17), em entrevista concedida à CNN.

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Ainda de acordo com o ministro, o voto auditável criaria um “conjunto de problemas”, que envolveriam o transporte e a armazenagem do material impresso, além da recontagem da votação.

Custos do voto impresso

O ministro também falou a respeito dos custos sobre adotar o voto auditável no Brasil e, segundo ele, a implantação do voto impresso no Brasil pode custar até R$ 2 bilhões.

Dividido por eleitor, o valor fica em cerca de R$ 13,50 — levando-se em conta a quantidade de eleitores brasileiros: aproximadamente 148 milhões de cidadãos.

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