Mendes assina carta que pede providência contra incitação a policiais e fake news

Carta assinada por 16 governadores diz que autoridades federais articulam ataques

Foto: Ednilson Aguiar/O Livre

O governador Mauro Mendes (DEM) assinou uma carta encaminhada ao Supremo Tribunal Federal (STF) com pedido de ação imediata contra “incitação de motins” e fake news que estariam sendo impulsionadas por adversários políticos. 

O documento divulgado nessa segunda-feira (29) e que recebeu o nome de “Queremos Paz e Verdade” é assinado por 16 governadores. Eles pedem ao Supremo e aos presidentes da Câmara Federal, deputado Artur Lira (PPL-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), “providência para coibir atos ilegais e imorais”. 

Os gestores dizem ter sido alvo, em seus Estados, de incitação a motins de policiais e divulgação de notícias falsas. Os atos estariam sendo praticados por “autoridades federais, inclusive do Congresso Nacional”. 

“Os governadores, juntamente com os servidores públicos e profissionais do setor privado, estão lutando muito para garantir atendimento de saúde e apoio social à população. Enquanto isso, alguns agentes políticos espalham mentiras sobre dinheiro jamais repassado aos Estados, fomentam tentativas de cassação de mandatos, tentam manipular policiais contra a ordem democrática, entre outros atos absurdos”, diz um parágrafo da carta. 

Em entrevista à CBN São Paulo, na semana passada, o governador Mauro Mendes falou em “sentimento de insubordinação” que estaria surgindo no país e usou essa opinião para justificar a não decretação de fechamento total (lockdown) do comércio. 

“O país está passando por um momento de insubordinação. Você manda fazer uma coisa e as pessoas não cumprem. Elas não querem saber mais da situação. Então, é muito difícil decretar lockdown quando as pessoas não vão acatar”, disse. 

Use este espaço apenas para a comunicação de erros





Aceito que meu nome seja creditado em possíveis erratas.

DEIXE SEU COMENTÁRIO

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Artigo anteriorCarnes, salgados e doces: Prefeitura de MT vai gastar R$ 2,1 mi com alimentos
Próximo artigoUma semana depois…