Após decolar, Boeing da Gol bate em ave e faz pouso de emergência em Cuiabá

Foto: Divulgação/VEJA - Boeing 737-76N da Gol aterrissando no Aeroporto da Pampulha.

Cerca de meia hora depois de decolar, o Boeing 737 da Gol Linhas Aéreas precisou voltar para o Aeroporto Internacional Marechal Rondon, em Várzea Grande, na manhã desta segunda-feira (12). Apesar do susto causado pelo pouso de emergência, os passageiros foram tranquilamente realocados em outras aeronaves.

Segundo a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), que administra o terminal viário de Cuiabá, o voo G31421 partiu às 5h50, com destino a Guarulhos (SP).

Foto: Reprodução

No entanto, quando ainda sobrevoava a cidade de Santo Antônio do Leverger (distante 30 km da Capital), pediu à torre de controle a autorização para retornar.

Sem muitas informações, alguns passageiros teriam chegado a acreditar que se tratava de uma pane no motor.

Ao LIVRE, a assessoria de imprensa da companhia aérea informou que, na realidade, tratou-se da colisão com um pássaro durante o trajeto. Dessa forma, a tripulação seguiu o procedimento padrão.

Acompanhamento do voo junto ao sistema FlightRadar24, registrado pelo site Folhamax, mostrou que a aeronave sobrevoou a Capital por diversas vezes antes de aterrissar.

Questionada sobre a demora para voltar ao solo, a Gol explicou que dependia da autorização da torre para pousar.

Conforme a assessoria, poderia haver outros aviões pousando no mesmo momento. O site da Infraero registrou, porém, que a aeronave em questão teria sido a primeira a pousar em Cuiabá, nesta segunda-feira.

Apesar do susto, a companhia garantiu que todos os passageiros receberam atenção e foram realocados em outro voo da empresa, com partida prevista para às 15h10.

Use este espaço apenas para a comunicação de erros





Aceito que meu nome seja creditado em possíveis erratas.

4 COMENTÁRIOS

  1. Assistência muito ruim da companhia Gol.
    São 19:49 E até agora vários passageiros aguardam o prosseguimento da viagem.
    A falta de sou o da empresa e um desrespeito aos consumidores que se articulam para processar a mesma.
    Por perdas de horário em conexões e compromissos de trabalho.

  2. Após a colisão a aeronave faz orbita varias vezes próximo ao aeroporto apenas para queimar combustível uma vez que não se pode pousar com o mesmo peso que se decola, como a aeronave em questão um 737 não possui alijamento de combustível, queima-se combustível em órbita para ficar nos padrões de peso mínimo requerido para o pouso em segurança.

  3. Camila, todo avião tem um peso máximo de decolagem e um peso máximo de pouso. Todo avião pousa mais leve do que decolou, sempre. Ele precisa levar combustível pra viagem e esse combustível é queimado pelo motor durante o voo. Quando ocorre um incidente deste, logo na decolagem, ainda assim o avião precisa pousar mais leve do que decolou, por isso o piloto começa a voar em círculos em uma área afastada da cidade para jogar combustível fora literalmente, o termo técnico pra isso é alijamento de combustível e é perfeitamente normal numa situação dessa. Por isso este voo demorou todo esse tempo pra voltar.
    Sugiro que você assista os vídeos do canal aviões e músicas e aerocast para entender mais sobre os procedimentos padrões de segurança da aviação afim de melhorar a qualidade das suas matérias na área. São vídeos curtos mas cheios de informação que ajudam a evitar pânico em quem tem medo de voar por ler situações cotidianas como essa da reportagem.

DEIXE SEU COMENTÁRIO

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Artigo anteriorPapa das histórias em quadrinhos, Stan Lee morre aos 95 anos
Próximo artigoMP propõe ação contra Romoaldo e servidora concursada e pede bloqueio de R$ 236 mil

O LIVRE ADS