Mato-grossenses devem gastar até R$ 78,89 bilhões ao longo do ano

Cálculo inclui gastos como saúde, escola, lazer, transporte e alimentação; confira

(Foto: Ednilson Aguiar/ O Livre)

Os mato-grossenses devem desembolsar, ao longo de 2019, aproximadamente R$ 78,89 bilhões para manter o custo de vida, incluindo gastos com lazer. O número foi revelado na pesquisa Índice de Potencial de Consumo (IPC) 2019 Maps, que apresenta informações demográficas e de potencial de consumo de todos os municípios brasileiros.

A pesquisa considera como gastos as alimentações dentro e fora de casa, bebidas, fumo, valor desembolsado para a manutenção da casa e construção, artigos de limpeza e vestuário, calçados, mobília, eletrodomésticos, transporte coletivo e gastos com veículos próprios, cuidados pessoais e higiene, saúde e medicamentos, livros e material escolar, matrículas e mensalidades, gastos com lazer na cidade e viagens, e outras despesas.

No ranking dos 50 municípios com maior potencial de consumo, Cuiabá é o único mato-grossense a aparecer, devendo ser responsável pela movimentação de R$ 16,49 bilhões.

A Capital ocupa o 36º lugar na listagem, que é encabeçada por São Paulo (SP). Sozinha, a maior metrópole do país deve movimentar R$ 361 bilhões.

Conforme a pesquisa, em geral, a região Centro Oeste deve ser responsável por 8,21% do consumo brasileiro, uma queda de 0,3% em relação a 2018. A maior movimentação é prevista no Sudeste, sendo 48,89%.

Para 2019, o maior gasto do brasileiro deve ser com a manutenção do lar: 26,8%, o equivalente a R$ 1,168 trilhão. Outras despesas, não listadas, devem movimentar 19% da economia, seguida por gastos com alimentação e com veículo próprio.

Em contrapartida, o menor consumo previsto é com vestuário (0,2%, equivalente a R$10,51 bilhões) e livros e material escolar (0,5%, que, em números exatos significa R$ 21,17 bilhões).

A pesquisa ainda revela que o maior gasto deve ser desprendido pela classe média. A expectativa é a de que, até o fim de 2019, esse público gaste R$ 1,67 trilhão. Em seguida vem a classe “C”, responsável por movimentar R$ 1,63 trilhão, e representando quase 48% das residências brasileiras.

A classe alta, por sua vez, sendo 2,45% dos brasileiros, deve gastar R$ 595,2 milhões.

Ao todo, a expectativa é que a economia movimente cerca de R$ 4,7 trilhões no Brasil, sendo que o interior dos estados deverão ser responsáveis por mais da metade dessa movimentação.

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