Manuscrito de ‘Hey Jude’, pele de bateria e cinzeiro dos Beatles batem recorde em leilão

Manuscrito foi arrematado por US$ 910 mil

O manuscrito do clássico dos Beatles “Hey Jude”, uma composição de Paul McCartney de 1968, foi vendido por US$ 910 mil em leilão on-line nesta sexta-feira (10). A venda foi organizada em comemoração ao 50º aniversário de separação da lendária banda britânica.

A folha com a canção rabiscada à mão por McCartney, usada durante a gravação nos estúdios Trident de Londres, alcançou quantia cinco vezes maior que a estimada pela empresa de leilões californiana Julien’s Auctions, sediada em Los Angeles.

O leilão reuniu cerca de 250 objetos dos Beatles e teve de ser realizado pela internet devido à pandemia do coronavírus. Fãs de todo o mundo fizeram lances na expectativa de arrematar guitarras, vinis e itens autografados pelos Beatles.

A entrevista em que McCartney anunciou o fim do grupo, considerado uma dos mais influentes da história da música, completou meio século na sexta-feira.

Em 1968, ele escreveu a letra de “Hey Jude” para consolar o filho de Jonh Lennon, Julian, que atravessava um momento doloroso com o divórcio dos pais, provocado pela relação que Lennon tinha iniciado com a artista japonesa Yoko Ono. O casamento de Lennon com sua primeira mulher, Cynthia, não resistiu à paixão de Lennon por Yoko.

Inicialmente, McCartney pensou em chamar a canção de “Hey Jules”.

O manuscrito vendido contém uma letra parcial juntamente com anotações que incluem a palavra “break” (“pausa”, em inglês), usada para ajudar na gravação da música.

Outros itens arrematados no leilão foram a pele de uma caixa de bateria com o logotipo dos Beatles, usada na primeira turnê internacional da banda, nos Estados Unidos, em 1964, arrematada por US$ 200 mil.

Uma página manuscrita do roteiro do clipe da canção “Hello, Goodbye”, de 1967, foi leiloada por US$ 83,2 mil, e um cinzeiro utilizado pelo baterista Ringo Starr nos studios Abbey Road, nos anos 1960, foi comprado por US$ 32,5 mil. (Por RFI)

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