O presidente da Federação de Comércio, Bens e Serviços em Mato Grosso (Fecomércio-MT), José Wenceslau de Souza Junior, disse nesta quarta-feira (4) que o recurso de R$ 9,5 bilhões previsto em investimento pelo governo deve-se a um aumento na cobrança de impostos.
Segundo ele, a capacidade que o Estado terá de investir em várias áreas até 2022 foi criada na reformulação de regras fiscais em pacote aprovado no começo de 2019. Conforme o governo, mais de R$ 6 bilhões dos são de recursos próprios.
“O governo não gera riqueza e nem lucro, então o que entrará de recurso no caixa é de impostos que todos os cidadãos pagam, e o principal imposto pago é o ICMS”, disse Wenceslau.
A fala mostra que o setor do comércio ainda sustenta a disputa em torno das novas regras de isenção fiscal, que gerou debates no ano passado. O governo diz que não houve majoração, mas apenas revisão das taxas de incentivos. Setores do comércio dizem que houve aumento, sim.




