Mãe se tranca em casa e coloca fogo em colchão para matar o filho e a si mesma

Ela afirmou que perdeu o controle ao ser ameaçada pelo marido, que queria impedi-la de sair de casa

Foto: Ilustração/Pixabay

Um casal foi preso na manhã dessa sexta-feira (27) depois que, durante uma briga dos dois, a mulher, de 25 anos, se trancou dentro de casa e ateou fogo em um colchão dizendo querer matar o filho dos dois, de apenas um ano, e a si mesma.

O caso aconteceu no Bairro Residencial Altamirando, em Rondonópolis (220 km de Cuiabá).

A Polícia Militar foi acionada por volta das 10h30 para atender uma briga de casal. Quando chegou ao endereço indicado, encontrou um homem no quintal da casa e o portão trancado.

Conforme o boletim de ocorrência, questionado, o homem, de 27 anos, disse que a esposa dele havia se trancado dentro de casa e não deixava ele pegar o filho, que estava com ela.

Ele afirmou, ainda, que a mulher estava com uma faca posicionada nos pulsos, ameaçando se matar, e que ela havia ateado fogo em um colchão infantil dizendo que iria queimar a casa para que ela e o filho morressem, porém, o fogo não propagou.

Os policiais pediram que o portão fosse aberto e depois que a mulher deu as chaves a equipe entrou e abriu também a porta dos fundos da casa, onde foi encontrado o colchão parcialmente queimado e uma faca em cima de uma mesa.

Questionada, a mulher disse que só ateou fogo no colchão e usou a faca porque o marido havia a ameaçado quando ela disse que iria sair de casa levando o filho, “pois o suspeito encontrava-se agressivo e arrobou a porta do banheiro quando a mesma se trancou para pedir ajuda”, consta no boletim de ocorrência.

Ela afirmou, ainda, que o marido teria tomado seu celular quando ela tentou pedir socorro e que ela se trancou na casa quando ele saiu para trancar o portão, deixando-o para o lado de fora.

Diante dos relatos, a equipe resolveu encaminhar o casal para a delegacia e acionou o Conselho Tutelar para acompanhar a ocorrência e ficar responsável pelo bebê até a chegada da irmã da mãe, para quem o menino foi entregue.

O caso foi registrado como ameaça (do marido) e tentativas de infanticídio e suicídio (da mãe).

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