Mãe diz que vai matar filhas, polícia resgata crianças e ela agradece: “eu estava decidida”

Segundo relatos das crianças elas são vítimas de maus-tratos cometidos constantemente pela mãe

Depois de tomar bebidas alcoólicas, grupo recusou-se a pagar e foi impedido de sair pelo gerente. Confusão acabou na delegacia

Quatro meninas com idades entre 8 e 14 anos acionaram a Polícia Militar depois de terem sido abandonadas e ameaçadas de morte pela própria mãe, na noite dessa segunda-feira (03). “Ela sempre diz que vai nos matar”, disseram as crianças aos militares. O caso aconteceu no bairro Jardim das Palmeiras, em Lucas do Rio Verde (330 km de Cuiabá).

As meninas comunicaram o fato depois que a mãe saiu e prometeu matá-las quando voltasse. Chegando ao local, os policiais tentaram encaminhar as menores ao Conselho Tutelar, mas o plantonista não atendeu às ligações e a sede da instituição estava fechada. Ainda tentaram contatar o plantão da Promotoria Pública, mas não obtiveram êxito.

Momentos depois, por meio da Secretaria de Segurança e Trânsito, os policiais conseguiram atendimento de uma das conselheiras e só então as crianças foram encaminhadas à Casa Lar.

Segundo relatos das crianças aos policiais, elas são vítimas de maus-tratos há tempos e as ameaças por parte da mãe eram constantes. “Ela diz que só tem ódio e que iria nos matar com uma faca”, contaram as meninas.

Depois do resgate das crianças, a mãe das menores  procurou a polícia e agradeceu aos militares por terem acolhido as crianças. Ela confirmou que estava decidida a matar as filhas. “Eu estava decidida”, afirmou.

O companheiro da agressora, que é padrasto das meninas, compareceu à delegacia em busca de informações. Ao se deparar com a companheira, passou a ser agredido por ela, que acabou sendo algemada. As crianças permanecem no abrigo.

Use este espaço apenas para a comunicação de erros





Aceito que meu nome seja creditado em possíveis erratas.

DEIXE SEU COMENTÁRIO

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Artigo anteriorGaris denunciam ameaças, trabalho escravo e pedem fiscalização da Justiça
Próximo artigoCuiabá recebe simpósio mato-grossense sobre Direito do Trabalho na próxima semana