Livro celebra a história de Cuiabá com relatos de moradores antigos

O livro traz relatos de cidadãos idosos da cidade, fotografias históricas e espaços interativos, onde é possível escrever novas histórias e inclusive, inserir fotografias de acervo pessoal

Revisitar memórias é um eficaz exercício contra doenças degenerativas

Cooperativa dedicada à prestação de serviços de saúde, a Unimed Cuiabá resolveu alinhar sua missão a projetos de promoção da cidadania, bem como homenagens a Cuiabá na comemoração dos 299 anos.

Nesta sexta-feira (6), às 10h, em sua sede administrativa na rua Barão de Melgaço, será lançado o livro “Terapia de Lembranças”, com tiragem limitada. Os clientes Unimed interessados em adquirir um exemplar podem fazer a solicitação do livro por meio do site www.terapiadelembrancas.com.br .

O livro traz relatos de cidadãos idosos da cidade, fotografias históricas e espaços interativos, onde é possível escrever novas histórias e inclusive, inserir fotografias de acervo pessoal relacionadas aos lugares e situações apresentadas.

Relembrar a antiga Prainha e seu córrego a céu aberto, as imagens da velha Avenida Getúlio Vargas, igrejas tradicionais em seus charmosos traços originais, podem ser excelentes exercícios para os mais velhos e uma maneira divertida de reunir a família.

De acordo com médicos especialistas cooperados, as fotografias são instrumentos poderosos de estimulação cognitiva. E este é um dos motivos pelos quais a Unimed decidiu lançar a obra. De acordo com a assessoria, o estímulo da memória pode ser um eficaz exercício cerebral para prevenção às doenças neurodegenerativas, que normalmente atingem pessoas acima de 60 anos. Os que foram acometidos por tais enfermidades também podem interagir com o material, afim de preservar as partes intactas do intelecto contra a deterioração.

A doutora Waltyane Poussan, especialista em geriatria, explica que além do estímulo, é necessário destacar a forma como o projeto “Terapia de Lembranças” é trabalhado. As doenças neurodegenerativas são alvo de preconceito devido as incapacidades geradas pela morte de células cerebrais que refletem na baixa autoestima dos idosos.

“Assim surgiu a pergunta: como eliminar sintomas de depressão e vergonha sem expor as pessoas? Que tal folhear o livro junto com os pais ou avós idosos, fazendo-os lembrarem de fatos, pessoas e sensações vividas? Ou mesmo utilizá-lo como estímulo para que contem histórias ou descrevam o dia a dia de suas mocidades? As possibilidades são muitas, basta que estejamos dispostos a dedicar um tempo a essa volta ao passado”, sugere a médica.

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