Justiça retoma em maio julgamento de supostos membros do Comando Vermelho

Criminosos são acusados de furto, roubo, tráfico de drogas e encomendar crimes de dentro da cadeia

(Foto:Ednilson Aguiar/ O Livre)

A juíza da 7ª Vara Criminal de Cuiabá, Ana Cristina Silva Mendes, retoma no dia 4 de maio a audiência de instrução de julgamento de nove réus acusados em uma ação penal que é desdobramento da Operação 10º Mandamento, deflagrada pela Polícia Civil em março de 2018.

As investigações apontariam a participação dos acusados na facção criminosa Comando Vermelho. Ao todo, foram 36 denunciados pelo Ministério Público Estadual (MPE) de patrocinar furto qualificado, roubo majorado e tráfico de drogas. As ações criminosas ocorriam em Cuiabá e em municípios do interior como Barra do Garças.

Os réus são Celino de Oliveira Arruda, Gabriel Richard Brito Silva, Kywsllen Martins Vieira, Romário de Oliveira Gourlart, Júlio Césat Borges de Oliveira, Joseph Aparecido Pereira da Silva, Bruno Araújo de Oliveira, Lady Dayana Márcia Magalhães Martines e Marloaw Gomes Cordeiro.

Ao longo de 18 meses, as investigações conduzidas pela Delegacia Regional de Barra do Garças e a Gerência de Combate do Crime Organizado (GCCO) identificaram que os criminosos estavam articulados para cometimento de crimes ordenados de dentro de unidades prisionais de Mato Grosso.

24 foram presos

Os mandados de prisão foram cumpridos contra 24 integrantes que já estavam presos e 14 soltos. Em Mato Grosso, as ordens de prisão foram cumpridas em Barra do Garças (11 pessoas já presas e 09 soltas), Rondonópolis (01 reeducando), Água Boa (07 reeducando e 03 soltos) e Cuiabá (08 lideranças- sete custodiados e um solto).

Entre os supostos criminosos que tiveram mandados cumpridos estão: Renildo Silva Rios (conhecido como Snype), considerado o líder da organização, que está preso no presídio federal de Catanduvas, no Paraná; Ademir de Assis Campos (Japa), com grande poder de articulação, preso na Penitenciária Central do Estado (PCE); Gilson Rodrigues dos Santos (Tião/Russo), responsável pelas finanças; Wanderson Pinheiro de Souza (Cajú), recurso humanos, condenado a 40 anos e portador de tornozeleira, que foi preso no bairro Jardim Cuiabá, na capital; além de duas mulheres e outros dois homens, que estão com tarefas de liderança na organização.

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