Justiça recebe denúncia contra Arcanjo e membros da Colibri

Juiz também manteve a prisão preventiva dos envolvidos

(Foto: Ednilson Aguiar/O Livre)

O juiz Jorge Luiz Tadeu Rodrigues, da 7a Vara Criminal de Cuiabá, aceitou a denúncia do Ministério Público do Estado (MPE) contra o ex-comendador João Arcanjo Ribeiro, seu genro Giovanni Zem Rodrigues e os demais membros da organização criminosa Colibri.

Na decisão, do dia 4 de julho, o juiz também manteve a prisão preventiva dos envolvidos,p desde o dia 29 de maio, quando foi deflagrada a Operação Mantus. Eles foram denunciados por organização criminosa, lavagem de dinheiro, contravenção penal (jogo do bicho), extorsão e extorsão mediante sequestro.

Nesta ação, portanto, tornaram-se réus João Arcanjo, Giovanni Zem, Mariano Oliveira da Silva, Agnaldo Gomes de Azevedo, Noroel Breu da Costa Filho, Adelmar Ferreira Lopes, Sebastião Francisco da Silva, Marcelo Gomes Honorato, Paulo Cesar Martins, Breno Cesar Martins, Bruno Cesar Aristides Martins, Augusto Matias Cruz e José Carlos de Freitas Valcenir Nunes Inerio.

No documento, Jorge Tadeu também destacou que, de todos os presos, João Arcanjo foi o único a falar ao prestar depoimento para a Polícia Civil. Contudo, “suas declarações em nada contribuíram para as investigações”.

O MPE também havia pedido alienação antecipada dos bens e imóveis apreendidos na Operação. No entanto, o juiz pediu que o órgão reformule a solicitação em outra ação penal, para garantir o direito a ampla defesa e ao contraditório.

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