Justiça mantém prisão de mulher traficante que administrava dinheiro do CV

Detida por tráfico de drogas, “Gê” já chefiou assaltos e tinha a função de cobrar mensalidades da organização criminosa

Foto: Ednilson Aguiar/O Livre

O juiz da 13ª Vara Criminal de Cuiabá, Francisco Alexandre Ferreira Mendes Neto, manteve a prisão preventiva de Glauce da Silva Neves, conhecida como “Gê”, considerada pela Polícia Civil e Ministério Público Estadual (MPE) uma mulher de altíssima periculosidade. A decisão foi dada no dia 3 deste mês.

No relatório da Operação Grená deflagrada pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) em 2015, Glauce da Silva Neves, a Gê, foi apontada como a principal responsável pela administração da organização criminosa Comando Vermelho.

De acordo com a investigação, ela teria a função de recolher as mensalidades dos membros que estão em liberdade, além de realizar reuniões para repassar todas as decisões ao “Conselho Final”.

Além disso, já foi presa anteriormente acusada de comandar assaltos na região metropolitana de Cuiabá, incluindo um assalto na Padaria América, localizada no Bairro Jardim das Américas, que levou R$ 20 mil.

Atualmente, Glauce da Silva Neves está presa por suspeita de tráfico de drogas após ser flagrada com posse de cocaína.

A defesa requereu a revogação da prisão preventiva pela substituição de medidas cautelares, como ser submetida ao uso de tornozeleira eletrônica.

Além disso, foi comprovado que a traficante é mãe de uma criança de dois anos e tem necessidade de cuidar da menor.

No entanto, o magistrado rejeitou todos os pedidos acompanhando parecer do Ministério Público Estadual (MPE).

Foi ressaltado que a traficante Glauce da Silva Neves é reincidente, já possuindo em sua ficha criminal quatro condenações definitivas pela prática dos delitos de roubo majorado, receptação, associação criminosa, roubo majorado e tráfico de drogas e duas condenações pelos crimes de receptação e uso de documento falso.

Ela ainda responde atualmente ações penais pelos delitos de associação para o tráfico de drogas e receptação.

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