Justiça Federal da Bahia mantém ex-secretário e lobista presos por tráfico de droga

Juíza da 2ª Vara Criminal, Milena Souza de Almeida rejeitou, em audiência virtual, argumentos de ilegalidade em ordens de prisão

A 2ª Vara Criminal Federal da Bahia manteve as prisões do ex-secretário de Estado Nilton Borgatto (PSD) e do lobista Rowles Magalhães Pereira da Silva efetuadas na Operação Descobrimento, na terça-feira (19). 

A juíza Milena Souza de Almeida, responsável pela análise dos recursos, rejeitou os pedidos de soltura com refutação de suposta ilegalidade nas autorizações e no cumprimento das prisões. 

A defesa de Nilton Borgatto alegou falta de contemporaneidade do decreto de prisão, visto ser referente a crime que teria acontecido há mais de um ano. A Polícia Federal não teria evidências de que a organização criminosa continua em atividade. 

A defesa faz referência ao flagrante de mais de meia tonelada de cocaína em aeroporto de Salvador que deu início às investigações da “Descobrimento”. E, no decorrer da apuração, a droga foi associada ao grupo que Borgatto faria parte. 

Já a defesa do lobista Rowles Magalhães Pereira da Silva aponta para irregularidade no ato da prisão do investigado, pois não ele não estaria acompanhado de um advogado para orientá-lo sobre o transcorrer judicial. 

O processo da 2ª Vara Criminal Federal da Bahia, que autorizou as ações da Polícia Federal na operação, aponta que o ex-secretário Nilton Borgatto e o lobista Rowles Magalhães Pereira da Silva, teriam papéis de comando na organização criminosa de tráfico de droga para a Europa. 

Eles estariam ligados diretamente à compra de cocaína com traficantes pela organização no Brasil e o fretamento de aeronave para o envio a Portugal. 

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