Justiça condena 6 por ligação com o Comando Vermelho em MT

Grupo atuava em Rondonópolis e tinha tarefas divididas para cometer assaltos, organizar dinheiro e ainda comprar e vender drogas

Ilustrativa

O juiz da 7ª Vara Criminal, Jorge Luiz Tadeu Rodrigues, condenou seis integrantes da facção criminosa Comando Vermelho com atuação no município de Rondonópolis (225 km ao Sul de Cuiabá).

As penas aplicadas variam de três a sete anos de prisão por conta dos crimes de organização criminosa e tráfico de drogas. Apenas dois condenados poderão recorrer em liberdade. A decisão foi publicada na sexta-feira (29) no Diário da Justiça.

A denúncia do Ministério Público Estadual (MPE) narrava que Jacqueline dos Santos Nogueira (“jaque”), Gabriel Vieira da Costa (“OLX“, “gaúcho” ou “gauchinho”), João Vitor da Silva, Francisco Marcos da Silva (“chico”), Luciano Palopoli Barros (“gordinho”) e Marcos Vinícius Barbosa Chimenes (“magela”) pertencem a organização criminosa Comando Vermelho.

O grupo agia em conjunto para obter vantagens financeiras pela prática dos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico, crimes patrimoniais e até homicídio.

A sentença narra que havia uma divisão de tarefas para manter em pleno funcionamento o comércio de drogas.

Ainda é dito que Jacqueline Nogueira exercia a função de “espelho” ou “auxiliar”, pois auxiliava diretamente um dos líderes da facção, Maurício Gonçalves da Silva (vulgo “tetinha”) nas atividades da organização criminosa e no tráfico ilícito de entorpecentes. Ainda gerenciava o dinheiro arrecadado e a distribuição da droga.

Já Gabriel Vieira da Costa exercia a função de “disciplina”, sem função de chefia. Já João Vitor da Silva exercia a função de “espelho“, sendo responsável pela prática de diversos assaltos, praticados com o intuito de levantar dinheiro para a organização criminosa. Ele também atuava diretamente na venda de entorpecentes.

Francisco Marcos da Silva, vulgo “Chico“, exercia a função de “disciplina” dos bairros Canaã, Jardim Amizade, Jardim Ipanema, Boa Esperança e adjacências, assim como detinha exclusividade da atividade criminosa do tráfico de drogas nos bairros e imediações em que exercia a função.

Luciano Palopoli Barros, vulgo “Gordinho”, exercia as funções de “disciplina” e “cadastro“, sendo responsável por gerenciar o cadastro de novos membros da organização criminosa e de cadastrar estabelecimentos comerciais que pagam a “taxa” de proteção.

Por outro lado, Marcos Vinícius Barbosa Chimenes, vulgo “magela”, exercia a função de “tesoureiro“. Ele tinha a responsabilidade de lavar o dinheiro da organização criminosa.

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