Juiz mantém prisão de pai que dopou e estuprou a filha de 17 anos em condomínio

Homem de 45 anos preso em flagrante e agora deve ficar, inicialmente, mais 180 dias presos

(Foto: Ednilson Aguiar/O Livre)

O juiz Aristeu Dias Batista Vilella converteu em prisão preventiva a reclusão do pai acusado de dopar e estuprar filha durante cinco dias, dentro de casa, em um condomínio em Cuiabá.

A decisão foi tomada nessa terça-feira (28), em audiência de custódia.

O homem de 45 anos, cuja identidade não foi revelada, foi preso em flagrante na segunda-feira (27), durante uma nova tentativa de abuso à garota de 17 anos.

Agora, ele deverá ficar, inicialmente, 180 dias prisão enquanto seguem as investigações do caso.

Na decisão, o juiz Aristeu Dias Batista de Vilella disse que a conversão da prisão em flagrante para preventiva deve-se à segurança da vítima e à proximidade do suspeito à família, o que poderia interferir na condução do caso.

Estupros em série

No depoimento à Polícia Militar, a garota afirma que seu pai iniciou os estupros no dia 22 deste mês. Ela disse que foi forçada a tomar um remédio que a deixou sem os sentidos, recobrando a consciência algumas horas depois.

Nesses intervalos, ela disse que se via sem roupas, via o pai fazendo sexo oral nela e sentia “fortes dores” na vagina.

Relatou ainda “que os abusos aconteciam até cinco vezes por dia” e que não eram utilizados preservativos, diz trecho do boletim de ocorrência.

A garota estava acompanhada por uma pessoa que disse ter testemunhado uma tentativa de estupro. Em depoimento, essa pessoa contou que ouviu gritos de socorro, vindo da casa vítima nessa segunda-feira pela manhã.

Em conversa posterior com a adolescente, a testemunha soube que o grito ocorreu no momento em que o pai teria tentado um novo estupro.

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