Juiz adia início de julgamento contra vereador acusado de integrar grupo de extermínio

Julgamento virtual começaria nesta terça-feira (26), mas foi suspenso por "motivos pessoais" do vereador Marcos Paccola

(Foto: Ednilson Aguiar / O Livre)

A Justiça de Mato Grosso adiou o julgamento do vereador por Cuiabá, tenente-coronel Marcos Paccola (Republicanos), no processo derivado da Operação Coverage, sobre a suposta adulteração de armas de fogo por grupo de extermínio. 

O início do julgamento previsto para esta terça-feira (26) foi transferido para o dia 3 de novembro, depois das eleições gerais. Paccola é pré-candidato a deputado estadual. 

Na decisão de adiamento, proferida nessa segunda-feira (25), o juiz da 11ª Vara Criminal de Cuiabá, Marcos Faleiros, disse que acatou um pedido da defesa do vereador Paccola, que não poderia estar participar do julgamento, que ocorreria virtualmente. 

Ainda não foi divulgada a justificativa dada pelo vereador, foi apenas informado que ele teria “motivos pessoais”. 

O tenente-coronel responde à ação junto com outros quatro policiais militares. Segundo o Ministério Público de Mato Grosso (MPE), eles seriam os responsáveis pela adulteração do registro de uma arma de fogo, usada em sete crimes de extermínio – quatro tentativas de assassinato e três consumações. 

Ainda de acordo com o MP, os crimes seriam praticados por um grupo, com a participação de policiais militares, chamado “Mercenários”. A Operação Coverage foi deflagrada em 2019.  

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