John Deere fala sobre tecnologia no campo durante CNMA e YAMI

Eventos para mulheres e jovens do agronegócio conta com a participação de executivos da empresa

A tecnologia e o futuro da agricultura serão temas de destaque na participação da John Deere no 4º Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio (CNMA) e no Youth Agribusiness Movement International (YAMI), eventos direcionados às mulheres e à nova geração do agronegócio, realizados nos dias 8 e 9 de outubro, em São Paulo (SP).

A participação da John Deere nos dois eventos reforça a visão da companhia de que mulheres e jovens desempenham papéis indispensáveis na agricultura brasileira. “O impacto da força jovem e feminina no campo é inegável. A John Deere faz questão de trazer uma rica troca de informações com quem faz o agronegócio acontecer e crescer no Brasil”, afirma Rodrigo Bonato, diretor de Vendas da John Deere Brasil.

No primeiro dia da programação do CNMA, Bonato integrará a mesa redonda sobre “Governança Nacional”. Na ocasião, o executivo falará sobre governança corporativa agroindustrial, com foco em digital farming, traçando um paralelo entre o papel da tecnologia no futuro do agronegócio e a importância da presença feminina no setor.

“No mundo de hoje, os produtores possuem desafios cada vez maiores, como a escassez de mão de obra e o desafio de produzir mais com menos espaço e insumos. A pressão tende a aumentar devido ao crescimento da população. Felizmente, novas tecnologias estão disponíveis para apoiar o produtor na otimização de todos os processos, desde o plantio até a colheita. Entretanto, o sucesso nessa equação depende não apenas das inovações tecnológicas, mas, principalmente, de quem as utiliza para tomar as melhores decisões no dia a dia do campo. Nesse contexto, as mulheres são cada vez mais uma figura central, visto que temos uma crescente participação feminina nas etapas produtivas e de gestão”, explica Bonato.

No mesmo dia, Felipe Santos, gerente de Marketing & Soluções Integradas da John Deere Brasil, participará do YAMI compondo a mesa redonda “O Que Eu Vou Fazer Que Não Vai Ser Substituído Por Um Robô?”, na qual serão discutidas questões relacionadas à dinâmica entre a tecnologia e os profissionais do campo, sinalizando caminhos sobre como os jovens devem se preparar para essa nova realidade. De acordo com Santos, é preciso ter em mente que a tecnologia não é uma ameaça e sim uma grande aliada do produtor, do gerente e do operador.

Apesar de as máquinas já tomarem decisões com base em algoritmos, os profissionais possuem algo que jamais será substituído, que é a análise crítica de todo o cenário, utilizando a tecnologia como sua principal aliada. “A John Deere entende que a transformação que estamos vivendo na agricultura tem quatro grandes pilares: sensores, dados, inteligência artificial e robótica. O futuro da agricultura será pautado por decisões tomadas por meio da análise de dados. É importante que desde cedo os jovens compreendam que aliar tecnologia na cadeia produtiva serve para melhorar os resultados em termos de produtividade e redução de custos, ajudando o profissional a focar em atividades que tenham maior valor agregado”, comenta Santos.

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