Indígenas participam de ato do 7 de setembro em Brasília

Etnias de Mato Grosso e Rondônia defendem que governo federal precisa de espaço para poder agir

(Foto: Sofia Lira / O LIVRE)

Dentre os milhares de brasileiros que estavam reunidos na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, nessa terça-feira (7), também estiveram presentes representantes de variadas etnias indígenas. O comparecimento foi uma forma de lutar em prol da liberdade e independência.

Os representantes avaliaram que o trabalho desempenhado pelo presidente da República, Jair Messias Bolsonaro (Sem partido) segue por um bom caminho. Entretanto, ainda é preciso percorrer um longo percurso e para tanto é necessário vencer obstáculos herdados das gestões anteriores e que tinham um outro posicionamento político.

Valdair Sabanê, de Vilhena (RO), defendeu que o presidente Jair Messias Bolsonaro têm bons planos para a população como um todo. Porém, não tem conseguido tirar do papel porque há sempre pessoas que torcem de maneira contrária.

“São ideologias que foram repassadas por partidos de esquerda que tentam desmotivar e desmerecer o trabalho do presidente. Agora estamos seguindo na direção certa com ele”, completou  a liderança indígena parecis Ronaldo Parecis, morador de Campo Novo do Parecis (426 km de Cuiabá).

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A partir do momento que o indígena quer trabalhar e quer conquistar sua independência não tem porque não sair da sua aldeia, buscar a autononimia fora. Isso tem que ser estimulado para que os grupos indígenas possam produzir e gerar recursos para si mesmos. O líder indígena Sabanê, Valdair Sabanê, lembra que uma comunidade só será bem estruturada quando tiver recursos financeiros.

Os indígenas aproveitaram ainda para avaliaa intervenção que o Supremo Tribunal Federal (STF) tem realizado no governo federal. O líder indígena Valdair Sabanê, de Vilhena, em Rondônia, define as ações da mais alta cúpula do Judiciário como revoltante.

“Isso traz indignação e esse é um dos maiores motivos pelos quais viemos, para demonstrar apoio ao nosso presidente”, destacou.

O pastor e liderança Xavante, Tserere Xavante, aproveita ainda para criticar o discurso de variados grupos indígenas que alegam que Bolsonaro é genocida. “Quem fala que Bolsonaro é genocida sequer tem argumentos para sustentar essa tese”, rebateu.

Tserere Xavante critica a atribuição do termo genocida a Bolsonaro (Foto: Sofia Lira / O LIVRE)

No contexto geral, os indígenas pontuam que foi uma grande mobilização e que o recado foi dado.

“Por ser o dia em que se comemora a Independência do Brasil  acredito que o povo brasileiro acordou para o patriotismo. Claro que temos problemas de política, mas com o patriotismo conseguimos venceer os problemas que existem no país. É uma honra ver grande parte da nação reunida bsucando a liberdade. Isso não tem preço!”, afirmou Ronaldo Parecis.

Ronaldo comemorou o resultado do ato (Foto: Natália Araújo / O LIVRE)

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